Ela conta a saga de uma mulher de 35 anos louca para casar.
Toda a história, uma comédia, gira em torno de suas aventuras amorosas e aquelas clichês que dizemos como “com este é diferente”.
Mas o que me chamou a atenção foi o fato da personagem ser toda moderna, independente, poderosa, mas quando está nos amassos com o pretendente da vez, diz: “Não vou transar, isso é coisa de vagabunda, não vou!” Mas, por fim, transa.
Ao fim da peça, aos amassos com o último pretendente, o mesmo discurso passa pela sua cabeça e ela decide não transar. Não fica claro se este é o motivo, mas o namoro vinga!
Se é certo ou não, transar na primeira noite, não é o mérito da questão. Não existe resposta correta. Mas o que me chamou a atenção é como isso ainda permeia o pensamento das mulheres.
Acredito que os homens estão querendo, mais do que nunca, as que buscam se preservar, num mundo onde algumas topam tudo com todos!
Em algumas coisas, nós retrocedemos, para o nosso próprio bem. Imagina se ainda continuássemos no: sexo, drogas e rock n´ roll!













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