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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Os 5 perfis mais comuns de ex-namoradas

Por Bianca Justiniano
 
Uma amiga costumava dizer que "ex boa é ex morta". Um pouco radical, já que todo mundo é, de alguma forma, ex de alguém, certo? Mas pode ser que algumas ex mereçam os mais diversos tipos de esbravejamentos do que outras. Identificamos 5 perfis de ex-namoradas e pedimos para a psicóloga Ana Paula Garini dicas de como lidar com elas.

Confira abaixo e veja se você reconhece - ou já preencheu algum destes perfis:
 
Ex-perseguidora


Ela acompanha todas as atualizações dele nas redes sociais, frequenta os bares que sabe que ele frequenta simulando coincidência, faz questão de manter amizade com todos os amigos e familiares dele (e não os adquiridos durante a relação), às vezes até chega ao cúmulo de se matricular no mesmo curso que ele.

Como lidar com ela

"Geralmente são pessoas bastante controladoras e que não medem esforços para conseguirem o que querem: neste caso, tornar a vida do ex um inferno. Ainda estão extremamente ligadas afetivamente ao relacionamento e talvez necessitem de uma ajuda para colocarem um ponto final".

Ex-fantasma



Você já viu foto, sabe o nome, mas nunca percebeu qualquer tentativa de reaproximação. Às vezes alguém toca no nome, mas como se estivessem falando de um passado distante. Pode até ser que ela mude de calçada se encontrar com o ex na rua, causando constrangimentos para o rapaz.

Como lidar com ela

"É importante ter um espaço na relação onde esta ex saia da posição de fantasma e vire alguém real, porque o desconhecido muitas vezes pode parecer muito mais assustador do que é na realidade".

Ex-dramática



Ela não aceita o fim do relacionamento, manda mensagens cheias de chantagens, faz publicações expondo seu sofrimento nas redes sociais, liga de madrugada bêbada, faz drama com os amigos em comum e adora falar sobre o "abandono" que está enfrentando.

Como lidar com ela
"Com este tipo de ex, provavelmente, será necessário colocar limites, pois o teatro pode acabar expondo não só o ex, como a atual e o relacionamento de ambos".

Ex-dominadora



Não quer mais o relacionamento, mas ainda o controla. Liga para a mãe dele frequentemente para sondar a vida do rapaz, quando acha que ele teve algum comportamento que reprovou (como comentar algum post de uma amiga em comum) manda email ou liga esbravejando, quer saber com quem e desde quando ele está namorando.

Como lidar com ela

"São pessoas bastante invasivas, mas que podem acabar ganhando espaço na família e com os amigos do ex por se mostrar sempre presente, interessada e preocupada. Bater de frente, neste caso, pode gerar uma grande dor de cabeça. Talvez contar o desconforto em tê-la tão presente pode ajudá-la a ir cortanto esse vínculo".

Ex-amiga



Eles namoraram, acabou tudo bem, agora são super amigos. Ela liga para ele pra conversar, dar e pedir conselhos, eles combinam programas com os amigos em comum. Pode ser uma relação saudável se não existir por trás dessa amizade uma necessidade de controle ou tentativa de volta.

Como lidar com ela

"Neste caso o principal a ser feito é perceber como você se sente com esta relação. Você pode ser seu melhor instrumento para decifrar se é realmente uma amizade, ou uma dificuldade em colocar um ponto final".

De maneira geral, a psicóloga clínica Ana Paula recomenda: "independente do tipo de ex namorada que você tenha que enfrentar, o importante é sentir-se confortavél com a situação. Se algo a está incomodando, conversar é sempre uma boa alternativa para resolver qualquer situação".

10 coisas que enlouquecem as mulheres (no mau sentido)


Por Carol Patrocínio - Preliminares
 
 

O que mais se ouve por aí é que mulheres são complicadas. Ok, não somos exatamente simples, mas o mistério não é tão grande assim. Existem coisas que podemos aceitar numa boa, mas outras que basta ter um pouco de bom senso para imaginar que ela não vai curtir.

Escolhi algumas das principais reclamações femininas para dividir com vocês, leitores do Preliminares, e evitar que suas mulheres e namoradas fiquem malucas — meninas, esse é o tipo de link pra deixar aberto, sem querer, no computador antes do gato usar. ;)

10 - Falar com os amigos como se fosse um cafajeste
Vocês dois estão lá, juntinhos, no maior amor do mundo e o telefone toca. Assim que você atende vira o cara mais malandrão do mundo, acha que é o maior comedor do planeta e conversa com os amigos como se a mulher que está ao seu lado não existisse ou não tivesse importância. Grrrrrr...

9 - Querer tempo pra si, mas não dar tempo pra ela
Todo homem quer ter tempo para jogar futebol, tomar uma cervejinha com os amigos e fazer as coisas que gosta. Quer saber uma novidade? As mulheres também! Nós adoramos sair com as amigas, conversar, tomar cerveja e dar risada de besteiras. O problema é que os homens acham que a agenda da mulher deve estar ligada a dele e o tempo livre que ela pode ter é quando ele tem compromissos. Nada disso! Quer tempo livre? Não encha o saco quando ela também o quiser.

8 - Não dar importância a vida profissional dela
Mulheres não trabalham para ganhar um dinheirinho e comprar umas coisinhas. Mulheres trabalham porque são competentes, talentosas e podem ganhar mais do que você — e não te contam pra não ferir seu orgulho machista.

7 - Ser dependente
A gente adora que você pergunte nossa opinião, peça nossa ajuda ou nos queira por perto. Mas não somos sua mãe. Não vamos organizar suas roupas jogadas pela casa, encontrar o tênis que você jogou em algum canto ou limpar os pelos que você deixa na pia cada vez que faz a barba. Faça sua parte como um homem adulto.

6 - Ignorar as preliminares
Mulheres precisam de preliminares. Precisam se sentir lindas, gostosas, desejadas. Precisam ser tocadas nos lugares certos, na hora certa e da maneira certa. Preliminares com pressa também entram nessa categoria, afinal, mal feito e não feito é a mesma coisa. Quer um sexo quente e incrível? Invista no antes!

5 - Pensar apenas no próprio gozo
Ok, existem algumas vezes que não dá tempo de rolar preliminares. Nas rapidinhas, por exemplo, a gente aceita não rolar preliminares. Mas não dá pra aceitar não ter preliminares e você ainda se importar apenas com o próprio orgasmo, né? Se a mulher em questão nunca mais quiser fazer sexo com você, não se surpreenda!

4 - Olhar para todos os lados quando está com ela
Respeito, já ouviu falar? A gente entende que você tenha vontade de olhar para mulheres lindas que passam por perto, nós também adoramos olhar homens gatos. A diferença é que não fazemos isso quando estamos ao seu lado. Quando você está com uma mulher, ela deve ser a única. E não venha com o papo de que isso é instinto, você é um pouco melhor do que animais irracionais, não?

3 - Achar que manda nela
Não tem coisa pior do que namorado/marido que acha que a mulher tem que pedir permissão para ele. Você não é pai dela. Você não pode dar ordens, nem achar que ela deve abaixar a cabeça para tudo o que você diz ou aceitar coisas absurdas em que você acredita. No relacionamento os dois têm a mesma importância; aceite isso!

2 - Fugir de conversas sobre relacionamento
Se você não consegue conversar sobre os problemas e encontrar maneiras de deixar o relacionamento melhor para os dois é porque não consegue ter um relacionamento. Simples assim.

1 - Não demonstrar sentimentos
Somos movidas a amor. Podemos também ser movidas a sexo. Mas quando se trata de relacionamentos, somos movidas a sentimentos. E gostamos disso. Queremos nos sentir amadas, desejadas, interessantes... Demonstre o que você sente, fale o que você sente e deixe claro que quer estar com ela. Seja verdadeiro.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Chifre virtual


A Internet mudou a forma como as pessoas se relacionam. Sites de relacionamento, redes sociais, salas de bate-papo e programas que permitem a troca instantânea de mensagens configuram, hoje, um campo fértil para aumentar círculos de amigos, conhecer pessoas com gostos parecidos e encontrar possíveis pretendentes. Até aí, nada a reclamar. Afinal, ainda que boa parte dessas histórias jamais migre para o mundo real, quanto mais variadas forem as formas de interação social, maiores as chances das pessoas toparem com alguém que faça seus corações baterem mais forte.

O problema é que o aumento da "oferta" também fez crescer as tentações. Se por um lado a rede de computadores permitiu a criação de novos tipos de relacionamentos, com ela também nasceram novas modalidades de traição. É, minha amiga, a pulada de cerca virtual, ao que tudo indcia, é um problema mais do que real para os casais do século XXI.

Cutucadas, mensagens e curtidas, inocentes à primeira vista, podem ser o início de algo com chances efetivas de terminar em um belo par de chifres enfeitando a testa de alguém. Envie o primeiro spam quem nunca recebeu um comentário com segundas intenções em alguma foto ou foi adicionado pelo amigo de um amigo que não pensou duas vezes antes de puxar papo.

Dar bola para o sujeito é uma escolha pessoal e envolve os mesmos riscos que os relacionamentos extra conjugais do mundo real. Isso porque, apesar da sensação de maior liberdade e coragem, as regras ainda são as mesmas. Então, nem tente usar a internet como atenuante para suas escapadinhas (mesmo elas sejam apenas via e-mail, whatsapp ou SMS). Porque, nesses casos, vale a intenção. E ela está presente mesmo nos atos não realizados fisicamente.

Isso não quer dizer que toda e qualquer interação nas redes sociais seja um convite ao adultério ou uma prova inquestionável de que seu namorado está tendo um caso com aquela menina do trabalho dele que vive comentando tudo o que ele posta. Homem morre de preguiça de mulher paranóica do mesmo jeito que morre de preguiça de olhar vitrine em shopping sem inteção de comprar nada. Então, melhor pensar bem antes de bancar a paranóica e sair por aí cobrando explicações sobre uma história que só existe na sua cabeça. Além de correr o risco de sair com fama de maluca e barraqueira (e homem odeia mulher maluca e barraqueira mais do que odeia juiz de futebol ladrão) você pode levantar a bola de uma história que ele talvez nem tenha notado.

A criação de perfis fakes para espionar ou testar a fidelidade do outro também é a maior roubada. Primeiro porque não significa nada: o cara ignorar suas investidas não quer dizer que ele seja santo e se ele te der mole pode ser mais uma questão de vaidade do que de real intenção de fazer alguma coisa para valer.

Se em algum momento seu namorado lhe passar a senha dele para uma situação específica, como verificar uma informação ou imprimir um arquivo, por exemplo, mostre que você é digna da confiança dele e JAMAIS use essa informação em proveito próprio e sem o consentimento dele. Invadir o e-mail ou o Facebook alheio é uma péssima escolha. Além de ser crime.

Caso role alguma desconfiança, vale a pena parar para pensar nas razões nas quais se baseiam essa sensação. Se a avaliação não for suficiente para matar a pulga atrás da sua orelha, uma conversa honesta com seu namorado é a melhor solução.

A internet é um reflexo do mundo real e, como tal, apenas reproduz seus comportamentos. Se o sujeito flerta com meio mundo no Facebook, a culpa é dele, não do Facebook. O site só expôs um comportamento que ele teria mesmo que as redes sociais jamais fossem inventadas pelo homem. Nada a ver ficar colocando a culpa pelas suas escorregadelas, ou de quem quer que seja, na rede. O uso que damos à tecnologia é que pode ser bom ou mau. Pense nisso antes de responsabilizar o mundo virtual por atitudes questonáveis que você pode vir a tomar.

4 problemas comuns resolvidos com bom humor


Relacionamentos, como tudo na vida, têm partes boas, ótimas e aquelas bastante chatas. Driblar os problemas da rotina é uma das saídas para ser feliz. Isso vale para casais e até pra lidar com amigos e familiares.
É claro que certas coisas deixam qualquer mulher maluca e nos fazem ter vontade de estrangular a pessoa que escolhemos para fazer parte da rotina. Mas, obviamente, não podemos ceder a esse desejo.

Escolhi algumas das coisas que mais são apontadas como enlouquecedoras para criar soluções divertidas que vão se transformar em boas risadas depois.

Toalha em cima da cama
A principal pergunta é: do lado de quem? Não entendo o motivo, mas as pessoas que costumam deixar a toalha molhada sobre o colchão normalmente a deixam do lado que não dormem.

A ideia aqui não é tirar a toalha e colocar pra secar - isso é o que a mãe da pessoa faria. Qual a melhor maneira de notar que isso é um saco?

Precisando dormir na cama molhada, claro. Jogue a toalha para o outro lado e coloque um bilhete engraçadinho dizendo que em dias úmidos há sempre um espacinho seco ao seu lado e torne isso um convite.

Pelos na pia
Assim como mulheres deixam milhares de fios de cabelo no ralo do chuveiro, homens deixam pelos na pia quandp resolvem fazer a barba por lá.

É claro que ninguém fica feliz com essas coisas e resolver o problema poderia ser extremamente simples. Mas as coisas nem sempre são assim.

Pegue um cotonete e desenhe naquela pia suja. Deixe um recado para ele. Que tal escrever "no sex"? É claro que você não precisa fazer greve, é só uma piada.

E se você tiver nojo de desenhar ali é só colar um post it por perto e colocar uma seta mostrando onde está o problema.

Calçado no meio da casa
Há uma hierarquia entre os calçados que mais irritam. Os tênis e sapatos sociais são os menos piores e as chuteiras - ainda mais aquelas cheias de areia da quadra de society - são as piores.

Aqui a resolução é simples e óbvia. Pendure o acessório no varal e aposte no bilhetinho - "vai pendurar as suas?" é uma boa.

Louça suja fora da pia
Nessa da pia você pode se inspirar em jogos de videogame e dizer que com aquele prato/copo/talher ele ganhou uma missão que vale pontos extras: lavar toda a louça e ganhar uma mulher sorridente.

Os bilhetes podem ser sempre os salvadores da sua vida. Eles ainda podem ser post-its de diversos tamanhos e cores, tudo de acordo com a gravidade da "infração" cometida.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Primeiro as damas?


Então você está no bar com o pessoal do trabalho para aquele happy hour bacana depois de um longo dia de trabalho. Lá pelo terceiro chope, você percebe que um dos engravatados da mesa ao lado é bem bonitinho. Entre uma reclamação e outra a respeito do chefe, você repara que o sujeito está olhando para você e sorrindo. Você retribui, ele recebe sua “resposta” e continua o jogo. Depois de algum tempo, as fofocas do escritório começam a ficar mais interessantes do que esse “sorri e acena”. Aí fica a dúvida: dar o primeiro passo, levar a coisa para o próximo nível e correr o risco de parecer oferecida, ou esperar que o sujeito venha falar com você?


Não se preocupe, minha amiga, você não está sozinha. Tomar ou não tomar a iniciativa da paquera é um dos grandes dilemas da mulher na atualidade. Ao lado, talvez, de questões como onde encontrar uma depiladora de confiança que atenda depois das 21h, por que você escolheu ter filhos em vez de fazer Mestrado na Inglaterra, ou como impedir que a fatia de pudim de leite que você comeu no almoço vá parar direto no seu quadril.

Eu poderia vir com um discurso igualitário cheio de frases como “não há nenhum problema em mulheres darem o primeiro passo” ou “vá à luta porque essa divisão sexista de papeis não está com nada”. Até porque eu acredito de verdade em tudo isso. Mas não seria honesto. Infelizmente ainda existem milhares de caras por aí que se intimidam quando a mulher toma a frente. O número deles vem diminuindo, é verdade, mas ainda assim convém pensar um pouquinho antes de decidir qual postura assumir.

A primeira pergunta a se fazer é que tipo de risco você está disposta a correr. Continuar olhando e sorrindo é, de longe, mais seguro. Afinal, caso o sujeito não se mova sempre dá para dizer que você nem queria mesmo ficar com o cara e que tudo não passou de uma grande diversão. Ok, jogar toda a responsabilidade nas costas do moço reduz a zero as chances de levar um fora, mas te coloca em uma posição de impotência.

Não me venham com essa história de que “se o sujeito estivesse a fim ele teria vindo falar comigo”. Mulheres não são boas em dar sinais claros sobre o que quer que seja, muito menos quando estão sexualmente atraídas pelo cara da mesa ao lado. Então, o sujeito pode, simplesmente, não ter sacado que você estava dando mole para ele. Além disso, alguns caras são tímidos e, a não ser que suas mães super protetoras os arrastassem pela mão, eles jamais tomariam a iniciativa de ir falar com você.

Outro ponto que precisa ser levado em conta é o tipo de cara que você procura. Se o sujeito que completa sua fantasia de família de comercial de margarina for um daqueles tipos mais certinhos (eu ia dizer coxinha, mas achei que poderia ofender alguém), com visões meio esteriotipadas sobre o papel de homens e mulheres na vida, fique exatamente onde está. A ousadia de cruzar o bar, sentar-se ao lado dele e puxar papo pode estar tão fora da maneira como ele enxerga as coisas que você certamente será mal interpretada. Simplificando: ele vai te achar fácil e não vai te levar a sério. Ou seja, se você espera um príncipe montado em um cavalo branco vai ter de fazer a donzela aprisionada na torre. É um porre, eu sei, mas são os ossos do ofício.

Ok, ninguém anda com crachá na balada. Então como saber se o sujeito vai te achar uma mulher de atitude ou uma piranha caso você tome a iniciativa? Tentativa e erro, minha cara, simples assim. Se o sujeito encarar numa boa sua investida, ponto para as meninas. Se ele nunca mais aparecer, agradeça à vida por tirar do seu caminho alguém que provavelmente não te faria feliz e bola para frente.

Por último, mas não menos importante. Por favor, esqueça essa história de mostrar as palmas das mãos, mexer no cabelo, rir jogando a cabeça para trás ou qualquer outra bobagem que o canal da National Geographic disse que demostram o seu interesse. Pode até ser cientificamente comprovado, mas os homens têm algumas inseguranças que os felinos da savana não possuem. Então convém brindá-los com um pouco mais de objetividade. Não precisa cruzar a pista de dança sensualizando e passar uma cantada de pedreiro. Um simples sorriso largo, olhando nos olhos dele e um gesto de “vem cá” com os dedos são suficientes para eliminar qualquer dúvida. Aí é confiar no seu taco e deixar o resto por conta da Mãe Natureza.

Por Yahoo

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Beijo: ele não pode faltar no relacionamento

Beijar é tão bom! (Foto: Thinkstock)

 
No começo de uma casinho, affair, namoro ou amizade colorida o beijo nunca falta. Se você pudesse ficar beijando a pessoa querida por dias sem nenhuma pausa, você o faria! A sensação de prazer que o beijo dá, a proximidade e o carinho são únicos!

Mas aí o relacionamento começa a ganhar tempo e os casais vão deixando de trocar esse tipo de carícia. Isso é normal, acontece até com casais que se amam muito e continuam com sentimentos fortíssimos um pelo outro.

O problema é que não dá para ter um bom sexo, por exemplo, sem um bom beijo. Não há maneira melhor de demonstrar seu carinho do que com um bom beijo cheio de sentimentos. E a gente não pode deixar que isso aconteça no nosso relacionamento.

Dia a dia
Muita gente não gosta de beijar em público e por isso vai deixando a prática de lado. Outras pessoas acham que beijar o companheiro na frente dos filhos é errado e assim deixa o relacionamento esfriar.

Beijo é sinônimo de carinho e carinho nunca é ruim. Quando seus filhos veem os pais se beijando eles ficam felizes e entendem como devem demonstrar o que sentem. E se o seu problema é não beijar em público, não tem problemas, mas quando vocês estiverem sozinhos não vale deixar passar o momento.

Se você é do grupo de pessoas que já não lembra mais quando foi a última vez que deu um bom beijo no seu amor e parece impossível voltar a ser como antes, siga alguns pequenos passos: dê um beijo na hora de ir para o trabalho, outro na hora que ele chegar em casa. A próxima atitude é beijá-lo quando der vontade, do nada mesmo. E aí as coisas vão voltando ao normal.

Hora H
Quando um casal deixa de se beijar ou só o faz na hora do sexo o beijo se torna um artifício para se conseguir chegar a um objetivo e não uma troca verdadeira.

Muita gente gosta de fazer sexo sem beijo, mas sempre tem aquele dia em que você quer algo mais carinhoso, mais 'amorzinho' e é aí que o problema aparece. O beijo só vem no antes, mas no durante e no depois ele esquece de aparecer. Hora de mudar essa realidade!

Pelo menos 'boa noite'
Se você acha difícil mudar os hábitos do dia a dia comece pelo beijo de "boa noite". Todo dia, antes de dormir, beije a pessoa amada. Uma coisa que aprendi com minha mãe e levo para a vida é nunca dormir brigada com ninguém, afinal nunca se sabe o que pode acontecer no meio da noite e é aí que o beijo entra.

Beije a pessoa amada, diga como ela é importante para você e deseje uma boa noite. Dê um bom beijo e aí sim vá dormir. De vez em quando esse beijo pode até ser a porta de entrada para uma noite muito mais relaxada e bem dormir depois de um pouco de exercício! ;)


 

terça-feira, 27 de março de 2012

Mulheres contam tudo sobre suas traições

Abaixo vai uma matéria tirada de Yahoo.
Pessoalmente acho canalhice traição, por isso aconselho: cuidem do que é seu, assim não há porque haver traição, a não ser que você namore um (a) lixo.

Uma pesquisa encomendada pela Editora Abril em novembro do ano passado e feita com homens e mulheres de todo o Brasil revelou que 64% das mulheres entre 20 e 40 anos admitem já ter traído pelo menos uma vez em sua vida. O número, ainda assim, não é maior do que o dos homens (eles são 73%). Ouvimos o relato de cinco mulheres dessa faixa etária que confidenciam suas puladas de cerca.

* O nome das personagens foi alterado para preservar suas identidades


"Namorava há dois anos o Renato e notava que ele não me dava mais atenção. Na mesma época conheci o Túlio numa festa de um amigo. Com o tempo, ele começou a frequentar mais os nossos encontros, churrascos, etc. Eu notei que ele me olhava, se esforçava para ser legal comigo, fazia questão de ficar por perto.

Poucos meses depois, fui com o meu namorado a um aniversário e, depois de uma briga, ele foi embora e me deixou lá sozinha. Fiquei furiosa e triste. Quando a comemoração acabou, o Túlio me ofereceu uma carona e eu aceitei. Quando chegamos em frente à minha casa, ele me beijou. Lembro que na hora não tive nenhuma sensação ruim ou peso na consciência. Estava gostando de tudo o que estava acontecendo e nem pensei no meu namorado.

Com o Túlio recebia atenção e carinho. Nós dois continuamos nos encontrando às escondidas por mais três semanas, mas depois perdi a empolgação. Não sei se o Renato desconfiou de alguma coisa. Terminei meu namoro quatro meses depois dizendo que o relacionamento tinha desgastado — o que não deixava de ser verdade. Acho que essa minha reação veio justamente porque eu já não estava mais apaixonada pelo meu namorado, mas não tive a maturidade para lidar com o fato antes de pisar na bola."


Helena, professora, 26 anos


“Já estava casada há seis anos e tinha dois filhos pequenos quando conheci o Armando. Ele frequentava o mesmo estúdio de pilates que eu, mas fazíamos as aulas em horários diferentes. Um dia ele me chamou para tomar um café e aceitei.

A partir daí passamos a conversar mais e tudo era bem amigável. Tinha contado a ele que era casada, ele me contou que era divorciado. Ele deixava minha autoestima lá em cima, me tratava como um cavalheiro e, aos poucos, notei que me apaixonei. Tentei reprimir isso, deixei de encontrar com ele por mais de três meses, parei de fazer o pilates, mas sofria e não sabia como lidar com a situação.

Um dia nos encontramos num supermercado perto da minha casa. Saímos de lá direto para a casa dele e ficamos juntos. Quando voltei para a minha casa, me sentia péssima. Suja, falsa, desmoralizada. Conversei com o meu marido, expliquei que tinha me apaixonado e que não sabia o que fazer. Nos separamos de forma amigável para que as crianças não sofressem tanto. Quatro meses depois assumi minha relação com o Armando. Estamos juntos até hoje e felizes. Me sinto mal por ter traído, mas não posso me culpar por ter me apaixonado.”


Ana Cristina, 38 anos, empresária

“Traí meu namorado depois de uma semana de relacionamento quando saí com uma amiga minha para a balada. Claro que pro meu namorado eu não contei que ia para a balada, mas usei a desculpa de que ia virar a noite na casa dela terminando um trabalho importante da faculdade, assim sabia que ele não ficaria me ligando e também não se preocuparia.

Não que eu planejasse fazer qualquer coisa de que ele não fosse gostar. Encontrei essa minha amiga na casa dela depois do estágio, nos arrumamos e fomos. Tomamos alguns drinks e, no meio da noite, acabei encontrando um ex-colega de trabalho que eu paquerava há uns dois anos. Sempre rolou o maior clima entre nós dois e eu sabia, mas a gente nunca ficava porque sempre um dos dois estava namorando.

No meio da conversa ele ainda me perguntou se eu estava solteira e contou que tinha terminado há um mês com a menina com quem namorou por quase dois anos. Eu dei risada e não respondi nada. O papo continuou no meio da pista até ele me levar para um canto onde o barulho incomodava menos. Chegando lá ele me beijou e eu confesso que não tive nenhuma reação a não ser retribuir.

Foi legal, eu curti ficar com ele, mas não despertou nada demais em mim. Voltei para a casa da minha amiga com a certeza de que estava mesmo apaixonada pelo meu namorado e ela me aconselhou a não contar nada e esquecer o que tinha acontecido. Segui a dica. Meu namorado não sabe de nada e estamos firmes e fortes há dez meses.”


Priscila, 22 anos, estudante




"Depois de quatro anos de namoro e um de noivado, praticamente todo o meu diálogo com o Diego era briga. Eu não gostava mais dele e já não tinha mais nem paciência para as coisas que ele me dizia. Ao mesmo tempo, não conseguia terminar. Ainda gostava dele como pessoa e não queria ser aquela que o machucou e que o deixou triste.

Numa sexta-feira em que ele ia visitar os pais em outra cidade, aproveitei para sair com um grupo de amigos. Quando cheguei ao barzinho em que nos encontramos, notei que o Paulo estava lá. Ele era um caso antigo com quem eu tinha perdido o contato por causa justamente do namoro. Com o passar da noite ele começou a dar sinais de que queria ficar comigo e eu correspondia. Lembro que na hora pensei que era isso que queria de novo, me sentir paquerada por outros caras. No fim da noite, ele me beijou.

Os beijos acabaram levando a outras coisas e eu soube ali mesmo que não queria mais namorar, que meu namoro tinha acabado há um tempão e eu não aceitava isso. Voltando para casa no dia seguinte depois de passar a noite com o Diego eu liguei para o meu namorado e, sem dar detalhes, disse que já sabia o que queria da vida e que achava melhor colocar um ponto final na nossa relação. A ligação não durou sequer um minuto e eu ainda acho que foi a melhor coisa que fiz. Não me arrependi de nada.”

Carina, 29 anos, advogada


“O Thiago foi o meu primeiro namorado mais sério e eu era apaixonada por ele. A gente já estava junto há um ano e meio, mas eu sempre sentia uma pontinha de dúvida, por mais que gostasse dele, de como seria se ainda estivesse solteira. Sempre fui aquele tipo de garota que tem várias turmas e adora sair à noite e deixei isso um pouco de lado depois de assumirmos nosso relacionamento.

Num feriado prolongado, fui visitar minhas primas no interior – o Thiago tinha ido à praia com os pais dele – e saímos todas as noites. Logo na primeira eu conheci um amigo de uma delas e fiquei interessada. A gente conversou muito e ele tentou me beijar no fim da noite, quando foi nos deixar em casa, mas eu recuei. No dia seguinte, passamos a tarde toda juntos num churrasco e, à noite, fomos à mais uma festa. No terceiro dia, um antes de eu ir embora, não o encontrei e fiquei meio mexida com isso – hoje eu sei que aquilo era só uma reação de menina mimada, mas confundi com interesse.

No domingo nos reencontramos num almoço com amigos. Quando todo mundo foi para a sala assistir a um filme, ele me chamou para conversar à beira da piscina. Eu fui e nós ficamos. Eu só tinha contado para a minha prima mais próxima o que tinha acontecido e nem pretendia falar ao Thiago, mas, num outro fim de semana quando ele foi comigo para a casa dela, nós duas brigamos e ela contou a ele. Ele ficou muito nervoso, mas mesmo assim não terminou comigo. Continuamos juntos por mais dois meses e eu coloquei um ponto final em tudo. Achei que toda a situação era bizarra – tanto do meu lado, que o traí, quanto do dele, que aceitou ‘numa boa’.”


Beatriz, 26 anos, publicitária

quarta-feira, 21 de março de 2012

O que fazer quando ele é um grosso

Retirado de Yahoo!

"Adoro ler sobre amor. Sou amorosa, delicada e me considero extremamente sensível. Nesse momento, no entanto, estou infeliz e insegura. Namoro com um homem 15 anos mais velho, agressivo e que grita e discute comigo a todo o tempo por nada. Não sei mais o que fazer. Nesse momento, está tudo muito complexo e confuso."

Bom dia, Márcia. Que bom que escreveu e que se permitiu compartilhar conosco sua história.

O primeiro passo para sair de um relacionamento não saudável como esse que está vivendo é o questionamento. A atenção para que algo não está certo, não vai bem.

E você está certa com relação à complexidade e à confusão. Quando entramos em um relacionamento com essa tônica, na qual somos agredidos e ofendidos por tudo e nada, começamos a nos sentir mal. Nossa autoestima fica machucada e não compreendemos, ao certo, o que acontece.

Será que somos assim tão erradas? Será que fazemos tudo para irritar o outro? Será que nunca acertamos nas nossas opiniões, escolhas, etc., etc.,.

Pois então, em muitos casos, e recebemos inúmeros e-mails com depoimentos desse tipo, o problema pode estar no outro e não em nós. Embora, este faça de tudo para gritar aos quatro ventos o como somos inadequadas.

Fica, então, aqui o convite. Busque ajuda para fortalecer-se e sair da relação. Toda relação que tem como base o desrespeito e a agressividade não é saudável. E, se não é saudável, pode não ser para você.

Ninguém, de fato, merece viver num thriller, sem saber o que vai ser quando acordar. Imagine o que é viver com uma pessoa nessas condições. É o mesmo que dormir com o inimigo. Ninguém, ninguém pode imaginar o que é passar por isso se estiver sã.

Por isso, reforço, busque ajuda e encontre um outro caminho. Fortaleça-se. Tente compreender o que a faz escolher relacionamentos com essa dinâmica e, aos poucos, no seu ritmo, mude a escolha.

Você merece mais. Merece ser feliz. Brilhar. Relacionar-se com outro que possa descobrir, a cada instante, o melhor em você. Isso faz toda a diferença. Aceite que ele não vai mudar. Pelo menos, não na velocidade que você precisa, para não se machucar ou correr risco de morte.

Pense sobre isso. Amor está ligado à beleza, a tudo o que é bom e verdadeiro. Está distante da ilusão, da dor, do sofrimento, da mentira, do ego.

Pense e se puder, escolha de novo. Escolha o novo.

Por Sandra Maia

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Romance é fundamental!

Em pesquisa realizada em 2004 pelo site DrPhil.com e publicada na Oprah Magazine em 2010, fica claro que o clima de romance é muito importante para as relações de amor. 94% dos entrevistados afirmaram que romance é fundamental e que, ao longo do tempo, dão sinais para seus parceiros em pequenos gestos.

E, por isso, vale ter sempre em mente que esquentar a relação passa também por torná-la prazerosa nos detalhes do dia a dia. Ou seja, além de compromisso, presença, amor, respeito, cuidado; ser atencioso e fazer algo doce e gentil pelo outro, sem nenhum motivo aparente, pode mesmo ser encantador!

Então, por que não começar?

O que você faria para manter o clima de romance no seu casamento? No seu namoro? No seu noivado? Na sua relação?

Enviar flores, escrever cartas e cartões apaixonados, andar de mãos dadas, revisitar locais marcantes para a relação, jantar à luz de velas, café da manhã na cama, um fim de semana num chalé, em um dos roteiros de charme? Uma massagem relaxante? O que você faria?

Saiba que além dessas e outras sugestões, a pesquisa apontou que outras gentilezas podem também manter a chama acesa. Para dois terços dos entrevistados, o simples fato do outro levar o lixo para fora, lavar a louça, guardar a roupa etc., pode ser também percebido como um gesto de amor.

E então, ficou mais fácil agora?

Gentileza gera gentileza. Amor gera amor. O romance nos mantém unidos, felizes, fortes e desejosos. Fica aqui, por isso o convite. O romance, o amor, a relação será sempre o que pudermos INVENTAR e REINVENTAR.

Tudo o que pudermos sonhar.

Por que não ser ousado na sua fantasia? Por que não fazer e acontecer? O outro, aos poucos, será contagiado e entrará no clima.

Relacionamentos, lembre-se, são feitos a dois. Dois que se amam, se tocam, se respeitam, se cuidam, se redescobrem a cada momento.

Sandra Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você — Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno e Coisas do Amor.

Promessas não devem quebradas

Raizen fechou os olhos, ouvindo o barulho de seu estômago, infalível naquela mesa hora.

Suspirou.

Por que ainda mantinha aquela promessa?

Virou-se de lado, escondendo o rosto ente aqueles cabelos vermelhos.

"Você devia se alimentar, Raizen."

Ele abraça Mukuro, que se ajeita ao corpo dele, murmurando alguma coisa entre seu sono e o calor macio dos braços em volta dela.

Ela estava certa.

Ela sempre estava certa.

Diabos, como amava aquela mulher! Mais que qualquer outro sentimento que já tivera, o amor que sentia pela guerreira youkai o preenchia por dentro, acima de sua fome, seus instintos, de seu próprio existir.

Mas promessas eram promessas.

E se ele quebrasse uma, talvez ela não entenderia que ele jamais quebraria outra.

Ele sorriu, fechando os olhos, ignorando a dor costumeira.

O cheiro que vinha dela o entorpecia de qualquer dor passageira. Ou eterna.

oOo

"A que devo a honra?"

Ele olhou bem de perto para aquela figura estranha, cheia de faixas que lhe cobriam o rosto e o corpo, com as mãos ainda presas em uma algema de ferro.

Aproximou-se ainda mais, intrigado pelo cheiro fresco que vinha daquelas faixas, um cheiro que misturava rosas selvagens do Makai com algo mais amargo, mais forte... era uma mulher, com toda certeza! Mukuro, a quem todos temiam, era uma mulher por debaixo daquelas faixas!

E que mulher devia ser, com aquele cheiro forte e marcado lhe saltando a pele...

"Quero propor uma aliança. Não me importo se nossa guerra continuar eternamente. Mas logo vou morrer, e quero saber se é forte o bastante para derrotar Yomi."

"Eu sou."

"Isso é o que vamos ver."

Mukuro se pôs em posição de ataque, mas Raizen não fez menção de se mexer. Ele levantou a mão, a pedindo que parasse.

"Como disse, vim propor uma aliança, mulher. Não preciso saber como lutas. Sei o quão forte você é. Sinto o seu cheiro."

"Meu... meu cheiro!"

"Forte. Seu corpo é forte, sim, já vi muitas lutas suas. Mas para derrotar Yomi, precisas de mais que isso. Precisa ter um coração forte também."

Ele pôde sentir a surpresa por trás dos panos que a escondia, seu olho se arregalando por um breve momento. Ela se aproximou mais um passo, o olhando firme nos olhos.

"Que tipo de aliança me propões?"

"De não agressão. Não deixarei mais que nenhum dos meus desafie os teus sem justa causa, e não haverá mais guerras entre nossos limites."

Ela pareceu ponderar por um longo tempo. Ainda sem tirar os olhos dos dele, ela movimentou levemente a cabeça, positivamente.

"Aceito."

"Então está acertado."

Ele faz uma pequena reverência com a cabeça, se virando para sair. Caminha lento, as pernas quase não obedecendo, como se o cheiro dela ficasse mais forte, mais agudo dentro de suas narinas... ele faz menção de abrir a porta, quando ouve a voz dela soar forte, mas rouca:

"Quando?"

Ele se vira, o olhar indagador.

"Quando vai morrer, Raizen?"

Ele se volta totalmente para ela, intrigado com a pergunta. O que importaria quanto tempo ainda lhe restava?

Como se lendo sua mente, através dos olhos que ela fitava tão intensamente, Mukuro se antecipa logo em dizer:

"Para eu saber quanto tempo ainda tenho para tornar meu coração mais forte, como diz."

No canto dos lábios, ele deixa saltar um meio-sorriso. Ironia. Num tom forte e cruel que toda ironia verdadeira deve ter.

"Nisso, posso ajudar você."

"Você pode?"

Ah... ele conhecia aquele tom. Foi a primeira vez que ela lhe deixara a voz soar mais fraca, mais feminina, quase doce, arisca... como ela. Ele sorriu. Explodia por dentro, numa ânsia de poder vê-la por debaixo daquele pano.

"Vá aos meus aposentos essa noite, e te mostrarei que sim."

Ele já ia se retirar, quando ouviu a voz já longe da youkai.

"Não sou uma meretriz, tampouco tenho tais atributos."

"Se tens medo de um aliado, Mukuro, que dirá de um inimigo que há te de enxergar não importa quantos panos use?"

E saiu, sem esperar resposta.

Naquela noite, ela apareceu.

Entre as cortinas de sua janela, Raizen viu uma esguia figura feminina, nua, pouco iluminada pela Lua Minguante que se escondia atrás dela. Ela tinha cabelos curtos, vermelhos como chamas. E o olhava, com os olhos firmes e fingidos.

Movia-se silenciosa entre a escuridão e a luz do luar, esgueirando a janela, até se tornar totalmente visível ao espectador.

Raizen olha para o corpo queimado, exposto como uma ferida aberta e bruta.

Como um coração que sangra aberto e inescrupuloso, tão longe de ser indefeso quanto de ser fraco, pulsando alto e forte para qualquer um que ouse tocá-lo.

E Raizen era o tipo de homem que amava o toque litigioso de corações assim.

"Fui eu mesma que fiz isso em mim. E nunca me arrependi."

Ele tomou mais um passo em direção a ela, os olhos cheios de vontades já sem escrúpulos em esconder seu desejo.

"Foi ferindo meu corpo que eu tornei o meu coração mais forte."

Raizen se aproxima um passo mais, aqueles olhos azuis lutando contra ele. Inutilmente, ele pensava. Jamais venceria o olhar daquela mulher, nem em mil vidas.

"E ainda assim, o que você poderia me oferecer?"

As palavras soam ríspidas, o ar que provêm delas tocando de leve sua boca. Raizen finalmente pára, seus olhos contra os azuis que se apertam, prontos para uma luta. Para matar ou morrer. Ele segura o queixo de Mukuro, e sussurra sobre seus lábios.

"Eu prometo lembrá-la do quanto és linda, até o último dia que eu viver."

oOo

Raizen apertou os olhos, se negando a acordar mais uma vez. Que se danasse aquele barulho! Que se danasse que já era dia e a uma luz impertinente invadia seus aposentos! Era manhã e era tão raro tê-la em seus braços de manhã...

Ouviu um grunhido leve da mulher em seu abraço. Ela se virou, se aninhando ainda mais em seu peito.

Não se conteve então, abriu os olhos.

Ninguém, em todo Makai, poderia imaginar a serenidade com que dormia aquela mulher. Tão forte, tão guerreira, tão sozinha em seu reino e sua guerra...

Tão linda e frágil em suas mãos.

Ele acariciou seu rosto, os dedos passeando pela pele machucada pelo seu passado. Passou os cabelos por trás de sua orelha, sentindo aquele cheiro selvagem que emanava dela. Levaria aquilo para qualquer mundo que fosse. Além da morte, e de qualquer outra existência, ele sempre lembraria daquele cheiro amargo logo de manhã... porque a sentia dentro dele. Sentia por toda sua pele. Porque ele a amava, simplesmente.

Ela se remexeu um pouco mais, ronronando, como um animal manhoso.

Raizen a beijou de leve nos lábios. Mesmo que sabendo que já estava acordada, não queria desfazer aquele quadro em seu rosto, sereno, quieto, perfeito.

"Obrigada."

Ela murmurou, os olhos entreabrindo-se devagar, junto a um tímido sorriso.

"Pelo quê?"

Ela recosta seus lábios no dele, as mãos acariciando aquele rosto de traços fortes.

"Por cumprir sua promessa. Todos os dias da minha vida."

Raizen sorriu, a tomando em seu beijo, corpo, e tudo que lhe era de direito.

Mukuro sorriu, entregando-se pela última vez ao seu amado.

Ela não era só amada. Ela também era linda.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Declarações de amor: 10 sugestões para você surpreendê-la(o)



Jantar em silêncio, love-audiotour pela cidade, dança de salão às escondidas, pedido de casamento no meio da Av. Paulista… Saiba tudo o que a Maria Claire nunca contou para você!

O que faz um bom presente ou uma boa declaração é uma mistura de personalização (quanto mais único, melhor), poesia (tem de significar algo além de si mesmo) e inserção na vida da pessoa amada (realização de um desejo antigo, por exemplo). Além disso, se a declaração levar algum tempo e fizer com que você se transforme no processo, aí sim o outro transbordará de felicidade. Listo abaixo algumas sugestões que contemplam um ou mais desses quatro itens: personalização, poesia, inserção e transformação. Algumas já fiz, outras ainda não. As sugestões se adequam a homens e mulheres. Para facilitar, porém, direcionei minha linguagem ao público masculino. Deixem suas sugestões nos comentários para enriquecer essa lista!

1. Jantar em silêncio
Conduza-a por um jantar em silêncio repleto de respirações, olhares e toques. Não faça em casa: o ideal é que seja em público, em um restaurante mesmo. Leve um bloco de notas para que vocês se divirtam com bilhetinhos entre si. Ficará ainda mais gostoso se vocês não pronunciarem nenhum som e usarem bilhetinhos até mesmo com o garçom. Não tenham medo do (inevitável) ridículo. E leve a brincadeira a sério, caso contrário a vergonha dela será maior do que a diversão. Ah, você pode ousar até mesmo no simples ato de marcar o encontro…

2. Audiotour pela cidade
Fiquei fascinado com esse projeto da Mostra SESC de Artes de 2007. Um percurso de uma hora no qual as pessoas são guiadas por um MP3 Player e caminham por vários locais da cidade em busca da resolução de um mistério policial. Por que não fazer isso com sua mulher? Escolha um local, vá até lá para se certificar, volte, abra o Google Maps e use o Audacity para gravar as orientações. Você pode deixar algum presente escondido debaixo do banco de uma igreja, fazer o percurso acabar em um restaurante com você dentro, em um motel ou em uma loja na qual todas as atendentes já estão avisadas: “Olha, eu deixo pago e ela compra o que ela quiser dentro desse valor, pode ser?”.

3. Blog secreto
Use os serviços gratuitos do Wordpress ou do Blogger para criar um blog privado (em ambos, há a opção de não deixá-lo público) e comece a escrever com bastante freqüência sobre sua relação com ela. Relate sensações, percepções e pensamentos que não contou na hora. Descreva em detalhes a noite passada. Escreva para você mesmo, para ela, para o mundo. Alterne discursos com a idéia de que ela acessará o blog depois de algum tempo – é isso que difere essa sugestão de uma outra mais simples que descrevi há algum tempo. A declaração pode durar um mês ou um ano, você decide. Já imaginou um presente assim de 10 anos? É claro que você corre o risco de levar um pé na bunda antes de revelar o blog… Ainda assim, você terá treinado um amor desprendido de expectativas, que se declara sem sequer precisar que o outro nos ouça.

4. Dança de salão às escondidas
Essa é simples: sem que ela saiba, matricule-se em um curso de dança de salão. Diga que seu chefe inventou reuniões semanais ou simule qualquer situação do tipo. Para acelerar seu aprendizado, escolha apenas um ritmo. Salsa e gafieira são ótimas pedidas. Tango já será mais complicado se sua mulher não tiver experiência alguma. Depois de uns 6 meses, vá com ela a um lugar que toca o que você já sabe e convide-a para dançar. Atenção: essa sugestão não é recomendada para mulheres! É muito provável que o homem sinta-se constransgido por não conseguir acompanhar e ainda por cima fique nervoso ao saber que sua mulher ficou esse tempo todo dançando com outros. Parece machista, mas é muito mais fácil uma mulher inexperiente ser conduzida por um bom cavalheiro do que um homem iniciante dançar com uma dama treinada.

5. Os dias da semana
Um presente para cada dia da semana. Na segunda, ela desfrutará de um, na terça de outro, e assim por diante. Quinta-feira pode ser um livro de poesia, sexta-feira uma calcinha quase transparente, sábado um sabonete de menta… O presente é menos importante do que a idéia de acompanhá-la em seu cotidiano, expandindo sua presença na vida de sua parceira.

6. Transformação
Pare de fumar, coma menos, faça musculação, abandone a raiva ou o orgulho, medite, aprenda alguma coisa, desaprenda várias outras… Transforme-se para ela, deixe que sua vida se torne um presente a ser lentamente degustado por sua mulher. Porque presente bom não se dá, se oferece. Para conseguir tais transformações, use toda aquela energia e potência que surgia bem no início da relação, quando você queria sexo e fazia de tudo para levá-la para a cama, lembra? Você passava dias inteiros planejando noites inesquecíveis, se vestia bem, comprava presentes, dirigia por horas seguidas, abria portas, perguntava “Está frio demais aqui dentro?”, e tudo aquilo que um homem presente e atento faz. A potência que deseja sexo é a mesma que deseja amar. E amar é isso: agir a favor da felicidade do outro.

7. Agenda
Compre uma agenda e a preencha inteira, dia após dia, com anotações, declarações, lembranças (“Nesse dia, há dois anos, nós fizemos…”), coisas que você quer fazer com ela em tal dia, conduções (“Ouça agora essa música…”), loucuras, propostas e insights. No início de janeiro, entregue e peça que ela use como uma agenda convencional e também como uma forma de dialogar com seus escritos.

8. Álbum erótico
O processo, não o resultado, é a melhor parte dessa declaração. É gostoso pedir as poses, olhar, fotografar, beijar, deixar a câmera cair, editar, imprimir, montar, entregar… Tire fotos de ângulos improváveis, use o Photoshop e faça surgir uma mulher que nem você conhece. A nudez é opcional. Você pode mostrar para ela enquanto edita ou somente ao final. Você pode pedir para que ela faça poses ou pode fazer tudo em absoluto segredo (enquanto ela dorme, por exemplo).

9. Mestre-cuca
Assim como o curso de dança de salão proporciona uma noite de giros e pernadas, um curso de culinária pode promover alguns jantares deliciosos. Escolha o tipo e se matricule: tailandesa, japonesa, árabe, francesa… Tudo em segredo para a grande surpresa, claro.

10. Outra luz na Avenida
É uma pena que não consegui fazer essa declaração! Preparei tudo, escrevi, planejei… Mas sabe quando a temperatura muda abruptamente? No dia escolhido, a logística não permitiu; no seguinte, já não havia mais espaço. Com declarações, o momento é talvez o mais importante de todos os fatores. Uma mesma ação pode causar prazer ou desconforto, dependendo da temperatura da relação.

A idéia é usar um vasto espaço público significativo para o casal e fazer dele um ambiente imersivo para o amor. Escreva um texto e divida-o em vários cartazes (poucas palavras por cartaz e reticências). Vá ao local no fim da tarde. Leve algum tipo de cola ou fita adesiva. Planeje um percurso e saia colando cartazes em locais protegidos e estratégicos. Marque de encontrá-la em algum lugar perto do início do percurso (após o pôr-do-Sol), invente algum programa que justifique uma caminhada e conduza-a pelos cartazes usando uma lanterna. Peça a ela silêncio e vá lentamente focando cada um dos cartazes.

No fim, você pode deixar as últimas palavras por baixo da sua camiseta (e apontar a lanterna para si próprio) ou simplesmente apontar para o céu – depende do texto, dos caminhos do seu amor por ela. Eu escolheria a Avenida Paulista e deixaria também alguns cartazes perdidos em arbustos ou dentro de alguns locais (prateleiras ou bancos na livraria Cultura, por exemplo). Seria sábado à noite, com muito movimento e vida ao redor. Como perdi minha chance, ofereço a idéia para que outros possam fazê-lo. O que importa não é quem faz, o que importa é a abertura impessoal que brota disso.

Para quem quiser pedir em casamento, há um outro fim para essa declaração. Converse com umas 20 pessoas (estranhos, se tiver coragem e dinheiro, ou amigos) e peça para que elas fiquem no final do percurso com cartazes em mãos, todos com a mesma pergunta: “Quer casar comigo?”. Eles serão a sua voz, uma expansão de seu corpo. Após a caminhada com o texto preparatório, você chega com sua mulher e dá um sinal: todos se agrupam de repente e mostram os cartazes. Serão 20 “Quer casar comigo?” direcionados a ela! Aí basta se ajoelhar, tirar a aliança do bolso e…


http://nao2nao1.com.br/declaracoes-de-amor-10-sugestoes-para-voce-surpreende-lao/

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Invista no seu relacionamento

O começo de um relacionamento é, geralmente, marcado pelo entusiasmo intenso de ambos os parceiros. A palavra entusiasmo tem origem no grego: en + theos. Theos quer dizer "deus" e, para um povo politeísta como os antigos gregos (ou seja, que acreditavam na existência de muitos deuses), estar entusiasmado era o mesmo que estar "tomado", possuído ou no mínimo muito inspirado por um ou mais deuses, ou por algo divino. Entusiasmar-se significa estar eufórico a respeito de alguma coisa, alegre, pronto para todas. É um estado de espírito que acompanha a paixão do início dos relacionamentos amorosos.

No entanto, esse clima inicial com o tempo pode ir perdendo o efeito. Isso acontece porque a continuidade do prazer a dois requer disposição para enfrentar dificuldades, capacidade para se divertir com o(a) parceiro(a), e não somente gostar do outro, mas saber cuidar da relação. É essa cumplicidade que ajuda a renovar o entusiasmo e a acreditar que tudo pode dar certo. O amor não é suficiente para o sucesso e a persistência do relacionamento amoroso: é preciso manter o entusiasmo, crer na capacidade que cada um e o casal têm de transformar o que precisa ser modificado e preservar o que é bom.

Embora as pessoas se aproximem de uma forma especial, é necessário aprender a lidar com todas as variáveis que aparecem ao longo de uma convivência. Falar sobre as insatisfações é importante, desde que isso não se transforme apenas em reclamações. Demonstrar para o outro que é importante estar em sua companhia e buscar saídas criativas para os momentos difíceis da vida a dois é o que propicia um clima de intimidade que ambos podem apreciar. Um diálogo descontraído, no qual os dois se sintam à vontade para falar e ouvir com respeito os sentimentos um do outro gera uma aproximação natural, fundamental para que a motivação para o encontro íntimo se torne cada vez mais forte e autêntica na vida de um casal.

Cultivar esse diálogo e a disposição para enfrentar as questões é essencial para que as relações funcionem bem e por muito tempo. Conversar, muitas vezes, significa resolver as discórdias, o que quase nunca é muito fácil -- mais fácil é enfiar a sujeira debaixo do tapete, deixar para resolver depois, ou simplesmente suportar. É difícil encontrar o equilíbrio entre a figura queixosa, insatisfeita, que está sempre reclamando, e a outra que suporta tudo, tolera tudo e muitas vezes e tem uma enorme resiliência para as agressões da vida e do parceiro. Uma peca pelo excesso, a outra pela falta. Ambas perderam o entusiasmo há muito tempo e já não investem na relação, apenas "empurram com a barriga".

Um relacionamento saudável, aquele que traz conforto (alegria, confiança) para ambos os parceiros, exige que os dois saibam investir. Que saibam sair de seu próprio local de conforto para visitar o lugar do outro e compreendê-lo. Hoje em dia, os especialistas de marketing não cobram mais um "preço", uma "taxa" ou uma "matrícula" pelos cursos que oferecem: eles cobram um "investimento". Eles devem saber o que estão fazendo! "Investir" no conhecimento sobre o outro e sobre si mesmo, saber dialogar e ceder certamente "doem no bolso": é um preço que pagamos, claro, um tempo que poderíamos gastar com outra coisa, mas que investimos no "nós". Só que essas atitudes recebem o nome de "investimento" porque têm um retorno incrível: a capacidade muito maior de enfrentar, a dois, as dificuldades que a vida, sozinha, nos traz.

Chupada no pescoço

Para as meninas, uma chupada no pescoço chega a ser muito fácil de disfarçar, porque elas têm cabelos compridos que podem esconder o “vergão”. Mas o que os meninos, que na maioria das vezes não têm uma vasta cabeleira para esconder as marcas, devem fazer?

Não existe nenhuma fórmula mágica ou algo do tipo para sumir de vez com o chupão. Com o tempo ele vai desaparecer. Ele nada mais é que “sangue pisado”, um pequeno hematoma, resultado do rompimento de pequenos vasos sanguíneos.

Charme?
Alguns meninos até acham charmoso ter uma marca no pescoço, é o caso do estudante Caio, de 19 anos. “Não tem porque homem disfarçar um chupão, tem que deixar do jeito que está... E às vezes também serve como atrativo para as gatinhas, tipo: ‘hmmm, onde você arranjou isso?!’, sabe?”, finaliza o rapaz.

Algumas técnicas
Dizem por aí que se você passar um pente, com o lado que não possui dente, no local do chupão, ele vai sumir. Na hora vai ficar um pouco vermelho, mas depois some.

Agora se você não confia no pente, você pode passar um pouco de gelo na “área afetada”, mas essa atitude deve ser tomada instantes após o chupão ter sido feito. Não adianta acordar no dia seguinte e ficar passando gelo no pescoço, não vai ajudar e pode fazer seu pescoço ficar ainda mais vermelho.

Tem cara que usa outras estratégias como, por exemplo, blusas de gola alta ou cachecóis. “Estava um calor do caramba e eu com aquela blusa de frio que cobre até a orelha, tudo para disfarçar o chupão!”, conta Eddie. “Para não ficar preocupado com o dia seguinte, é melhor tomar cuidado na hora do ‘ápice’”, acrescenta o garoto.

Como o chupão é o sangue que ficou parado, você pode massagear levemente o pescoço e também fazer compressas de água quente e gelada. Colocar uma toalhinha morna também ajuda um pouco.

Nada de colocar curativos muito grandes. As pessoas vão perceber que você está escondendo alguma coisa e vão passar a reparar mais. “Uma vez eu coloquei band-aid na marca da chupada quando eu fui para o trabalho. Todo mundo percebeu e virei motivo de piada”, afirma Davi. “É melhor deixar ele lá, do que tentar ficar disfarçando e só piorar a situação, não é mesmo?!”, completa o jovem.

Você também pode passar um pouco de base, aquilo que as meninas passam no rosto, para esconder uma das pistas do “crime”. Eu disse um pouco! Porque senão vai ficar aquela massa estranha no seu pescoço e todo mundo vai sacar do que se trata.

Você também pode usar aquelas desculpas esfarrapadas, como “ah, eu caí e bati o pescoço”, “tenho alergia a essa correntinha vagabunda que comprei no camelô”, “nossa, fui picado por um pernilongo e não pára de coçar”, e por aí vai...

O melhor mesmo é você pedir para a gatinha maneirar nas carícias, não deixando o prazer de lado, é claro. Se sua gata não resiste e gosta de “te marcar”, peça para ela fazer isso num lugar mais escondido, então. Mas às vezes pega mal você chegar com um chupão em determinados lugares, como no trabalho, por exemplo. Pense nisso!

E aí, o que você faria nessa situação? Comente!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Promessas Não Devem Ser Quebradas

Raizen fechou os olhos, ouvindo o barulho de seu estômago, infalível naquela mesma hora.

Suspirou.

Por que ainda mantinha aquela promessa?

Virou-se de lado, escondendo o rosto entre aqueles cabelos vermelhos.

"Você devia se alimentar, Raizen."

Ele abraça Mukuro, que se ajeita ao corpo dele, murmurando alguma coisa entre seu sono e o calor macio dos braços em volta dela.

Ela estava certa.

Ela sempre estava certa.

Diabos, como amava aquela mulher! Mais que qualquer outro sentimento que já tivera, o amor que sentia pela guerreira youkai o preenchia por dentro, acima de sua fome, seus instintos, de seu próprio existir.

Mas promessas eram promessas.

E se ele quebrasse uma, talvez ela não entenderia que ele jamais quebraria outra.

Ele sorriu, fechando os olhos, ignorando a dor costumeira.

O cheiro que vinha dela o entorpecia de qualquer dor passageira. Ou eterna.


oOo

"A que devo a honra?"

Ele olhou bem de perto para aquela figura estranha, cheia de faixas que lhe cobriam o rosto e o corpo, com as mãos ainda presas em uma algema de ferro.

Aproximou-se ainda mais, intrigado pelo cheiro fresco que vinha daquelas faixas, um cheiro que misturava rosas selvagens do Makai com algo mais amargo, mais forte... era uma mulher, com toda certeza! Mukuro, a quem todos temiam, era uma mulher por debaixo daquelas faixas!

E que mulher devia ser, com aquele cheiro forte e marcado lhe saltando a pele...

"Quero propor uma aliança. Não me importo se nossa guerra continuar eternamente. Mas logo vou morrer, e quero saber se é forte o bastante para derrotar Yomi."

"Eu sou."

"Isso é o que vamos ver."

Mukuro se pôs em posição de ataque, mas Raizen não fez menção de se mexer. Ele levantou a mão, a pedindo que parasse.

"Como disse, vim propor uma aliança, mulher. Não preciso saber como lutas. Sei o quão forte você é. Sinto o seu cheiro."

"Meu... meu cheiro!"

"Forte. Seu corpo é forte, sim, já vi muitas lutas suas. Mas para derrotar Yomi, precisas de mais que isso. Precisa ter um coração forte também."

Ele pôde sentir a surpresa por trás dos panos que a escondia, seu olho se arregalando por um breve momento. Ela se aproximou mais um passo, o olhando firme nos olhos.

"Que tipo de aliança me propões?"

"De não agressão. Não deixarei mais que nenhum dos meus desafie os teus sem justa causa, e não haverá mais guerras entre nossos limites."

Ela pareceu ponderar por um longo tempo. Ainda sem tirar os olhos dos dele, ela movimentou levemente a cabeça, positivamente.

"Aceito."

"Então está acertado."

Ele faz uma pequena reverência com a cabeça, se virando para sair. Caminha lento, as pernas quase não obedecendo, como se o cheiro dela ficasse mais forte, mais agudo dentro de suas narinas... ele faz menção de abrir a porta, quando ouve a voz dela soar forte, mas rouca:

"Quando?"

Ele se vira, o olhar indagador.

"Quando vai morrer, Raizen?"

Ele se volta totalmente para ela, intrigado com a pergunta. O que importaria quanto tempo ainda lhe restava?

Como se lendo sua mente, através dos olhos que ela fitava tão intensamente, Mukuro se antecipa logo em dizer:

"Para eu saber quanto tempo ainda tenho para tornar meu coração mais forte, como diz."

No canto dos lábios, ele deixa saltar um meio-sorriso. Ironia. Num tom forte e cruel que toda ironia verdadeira deve ter.

"Nisso, posso ajudar você."

"Você pode?"

Ah... ele conhecia aquele tom. Foi a primeira vez que ela lhe deixara a voz soar mais fraca, mais feminina, quase doce, arisca... como ela. Ele sorriu. Explodia por dentro, numa ânsia de poder vê-la por debaixo daquele pano.

"Vá aos meus aposentos essa noite, e te mostrarei que sim."

Ele já ia se retirar, quando ouviu a voz já longe da youkai.

"Não sou uma meretriz, tampouco tenho tais atributos."

"Se tens medo de um aliado, Mukuro, que dirá de um inimigo que há te de enxergar não importa quantos panos use?"

E saiu, sem esperar resposta.

Naquela noite, ela apareceu.

Entre as cortinas de sua janela, Raizen viu uma esguia figura feminina, nua, pouco iluminada pela Lua Minguante que se escondia atrás dela. Ela tinha cabelos curtos, vermelhos como chamas. E o olhava, com os olhos firmes e fingidos.

Movia-se silenciosa entre a escuridão e a luz do luar, esgueirando a janela, até se tornar totalmente visível ao espectador.

Raizen olha para o corpo queimado, exposto como uma ferida aberta e bruta.

Como um coração que sangra aberto e inescrupuloso, tão longe de ser indefeso quanto de ser fraco, pulsando alto e forte para qualquer um que ouse tocá-lo.

E Raizen era o tipo de homem que amava o toque litigioso de corações assim.

"Fui eu mesma que fiz isso em mim. E nunca me arrependi."

Ele tomou mais um passo em direção a ela, os olhos cheios de vontades já sem escrúpulos em esconder seu desejo.

"Foi ferindo meu corpo que eu tornei o meu coração mais forte."

Raizen se aproxima um passo mais, aqueles olhos azuis lutando contra ele. Inutilmente, ele pensava. Jamais venceria o olhar daquela mulher, nem em mil vidas.

"E ainda assim, o que você poderia me oferecer?"

As palavras soam ríspidas, o ar que provêm delas tocando de leve sua boca. Raizen finalmente pára, seus olhos contra os azuis que se apertam, prontos para uma luta. Para matar ou morrer. Ele segura o queixo de Mukuro, e sussurra sobre seus lábios.

"Eu prometo lembrá-la do quanto és linda, até o último dia que eu viver."

oOo

Raizen apertou os olhos, se negando a acordar mais uma vez. Que se danasse aquele barulho! Que se danasse que já era dia e uma luz impertinente invadia seus aposentos! Era manhã e era tão raro tê-la em seus braços de manhã...

Ouviu um grunhido leve da mulher em seu abraço. Ela se virou, se aninhando ainda mais em seu peito.

Não se conteve então, abriu os olhos.

Ninguém, em todo Makai, poderia imaginar a serenidade com que dormia aquela mulher. Tão forte, tão guerreira, tão sozinha em seu reino e sua guerra...

Tão linda e frágil em suas mãos.

Ele acariciou seu rosto, os dedos passeando pela pele machucada pelo seu passado. Passou os cabelos por trás de sua orelha, sentindo aquele cheiro selvagem que emanava dela. Levaria aquilo para qualquer mundo que fosse. Além da morte, e de qualquer outra existência, ele sempre lembraria daquele cheiro amargo logo de manhã... porque a sentia dentro dele. Sentia por toda sua pele. Porque ele a amava, simplesmente.

Ela se remexeu um pouco mais, ronronando, como um animal manhoso.

Raizen a beijou de leve nos lábios. Mesmo que sabendo que já estava acordada, não queria desfazer aquele quadro em seu rosto, sereno, quieto, perfeito.

"Obrigada."

Ela murmurou, os olhos entreabrindo-se devagar, junto a um tímido sorriso.

"Pelo quê?"

Ela recosta seus lábios no dele, as mãos acariciando aquele rosto de traços fortes.

"Por cumprir sua promessa. Todos os dias da minha vida."

Raizen sorriu, a tomando em seu beijo, corpo, e tudo que lhe era de direito.

Mukuro sorriu, entregando-se pela última vez ao seu amado.

Ela não era só amada. Ela também era linda.


Retirado de:
http://www.fanfiction.net/s/2366036/1/Promessas_Nao_Devem_Ser_Quebradas

Conto escrito usando 2 dos reis do Makai em Yu Yu Hackusho, Raizen - Pai de Yusuke e Mukuro - Inimiga de Raizen.

Ele é caladão

O que fazer quando o homem que você ama poupa palavras e demonstrações de afeto?




Você é louca por ele e faz questão de deixar isso claro: bilhetinhos, cochichos no ouvido e apelidos carinhoso são contigo mesmo. Já ele, digamos, é econômico nas palavras, não faz elogios, muito menos declarações de amor. Ou seja, ele é do tipo caladão. Como lidar com ele?

Dizem que mulher fala muito mais que homem. Por que nos assuntos do coração isso seria diferente? A usuária da rede social do Bolsa de Mulher Fafy Mary taurina namorou cinco anos com um caladão. "Durante todo o nosso namoro, ele nunca disse que me amava", revela Fafy, que acredita que os homens têm dificuldade de falar de amor por conta de uma educação machista. "A dificuldade deles em verbalizar sentimentos vem da própria sociedade machista e da orientação que eles recebem dos pais", diz ela. Tem jeito? Tem. Mas não de um dia para o outro. "Na melhor das hipóteses, vai demorar...", diz ela.


TESTE: VOCÊS SÃO MESMO ÍNTIMOS?


Diz que me ama
A usuária do Bolsa de Mulher Sintia achava o namorado caladão demais para o gosto dela. O que ela fez? Resolveu perguntar na bucha o que ele sentia por ela. A resposta não foi bem aquela que ela esperava. "Ele disse que gostava muito de mim, mas ainda não era amor", conta ela, que mudou seu comportamento com o namorado. "Passei a ficar fria com ele até que decidi terminar", lembra ela, que mais uma vez se viu diante do inesperado. "Ele, que é bem durão, chorou. Depois fiquei sabendo que ele estava muito mal. Até que ele mesmo me falou que estava enlouquecendo, pois não conseguia me esquecer. Ou seja, precisou me perder para descobrir que me amava para valer", conclui ela que reatou o namoro. "Voltamos e hoje ele diz ‘eu te amo' sempre, até mais do que eu", conta.

Ele é calado. E daí?
Tem gente que namora um caladão e vai muito bem, obrigada. A usuária da rede social do Bolsa de Mulher C. Franci namora há mais de dois anos com um cara que, segundo ela, tem dificuldade de se expressar. "Ele só diz que me ama quando eu pergunto", revela Franci, dizendo que até prefere assim. "Não gosto de homem meloso, que se acostuma a dizer que ama e faz isso para agradar a namorada e não por espontaneidade", diz ela, cujo namorado nunca lhe deixou um depoimento no Orkut e raramente escreve um recado. "Às vezes olho algumas páginas onde os casais trocam depoimentos apaixonadíssimos e me parece que fazem isso porque precisam mostrar para os outros que estão bem. Mas na vida real é diferente", acredita ela, que aconselha: "Desencane! Aprenda a ver o amor nos gestos e nos olhos dele", sugere. O amor se mostra de diversas maneiras além das palavras.

Segundo a psicóloga Sabrina Billo, o homem tem mais dificuldade em verbalizar sentimentos. "O cérebro masculino funciona diferente. Questões neurofisiológicas determinam padrões de comportamento que são reforçados pela cultura. O homem tem naturalmente mais desenvolvido o lado ‘lógico' enquanto nós, mulheres, somos melhores na linguagem e emoções", explica Sabrina.

Se o seu namorado é caladão, conversar sobre isso com ele é o melhor caminho para buscar o entendimento entre o casal. Contudo, Sabrina Billo afirma que alguns cuidados são importantes para estimular a comunicação. "Basicamente,
é importante aceitar que o outro é diferente e respeitar isso, evitando
julgamentos. Se cada vez que, em uma conversa, ele afirmar que gosta de
algo, comentar sobre uma cena de filme, histórias familiares etc. e você
 desqualificar com comentários tipo "como assim?, isso é horrível, blá blá
blá', possivelmente já fechou um canal de comunicação", exemplifica ela, lembrando que ninguém conversa com outro para ser julgado, criticado ou corrigido.


TESTE: VOCÊ ENTENDE A CABEÇA DELE?


Sabrina Billo explica que, para identificar outras formas de demonstração de sentimentos do homem, pode ser necessário perguntar. "Assim como pode ser um ‘esforço' para ele falar, é necessário um ‘esforço' seu para a objetividade. Por exemplo, ao invés de fazer uma pergunta ampla, pergunte objetivamente: ‘Quando você faz cafuné, é uma demonstração de carinho?' Cogite a possibilidade de, ao mexer no seu
cabelo, ele estar dizendo algo como ‘te amo e aceito como tu és'", ensina a psicóloga.

Se você vai se adaptar ou não a um homem caladão, vai depender de como você é e do que espera de um relacionamento. "Cabe a você decidir se um homem comunicativo é fundamental ou se o mistério a seduz. Não existe resposta certa, vale buscar o que te faz
feliz!", conclui a psicóloga.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Use a rotina para acabar com a vida sexual morna

Em vez de criar situações especiais, apimente os dias em casa.

Fantasias, presentes, massagens, jantares e flores. Tem horas que nem tudo isso junto é suficiente para tirar o relacionamento da rotina e melhorar a vida conjugal. "O problema é que muitos casais preocupam-se em criar momentos especiais e se esquecem de aproveitar o tempo livre, quando permanecem juntos", afirma a terapeuta de casais Claudya Toledo. "Atitudes simples, como cozinhar juntos ou bater um papo descontraído são maneiras de animar o relacionamento".

Gastar as economias com motel ou fazer uma viagem escandalosamente inesquecível vale como iniciativa para quebrar o gelo. Mas não adianta achar que esse tipo de fuga resolve o problema, isoladamente. "As estratégias só funcionam quando são planejadas em parceria a outras mudanças, praticadas diariamente", diz Claudya. No livro Sexo e Segredos de Casais Felizes (Editora Alaúde), a especialista ensina como usar os cômodos da casa para esquentar a relação. As dicas incluem do banheiro à sala de jantar e só dependem da disposição do casal para serem aplicadas. Veja a seguir uma seleção, feita pela própria autora a pedido do Minha Vida, com táticas para esquentar o relacionamento sem sair de casa.

Sala de estar
A sala de estar é um dos poucos ambientes abertos a todos que visitam a casa. Essa falta de privacidade pode funcionar como ponto de partida em uma brincadeira de conquista: vale experimentar carícias mais ousadas e fazer declarações antes do sexo. "A sala é o lugar para a sedução, onde o termômetro vai esquentando e as preliminares começam a ser praticadas".

Dica: o ambiente tem que ser tranquilo e confortável. Mas sem exageros, para não causar sono em vez de excitação. Um tapete fofinho e almofadas são mais instigantes do que o sofá na hora de ver um filme erótico, por exemplo.

Cozinha
A cozinha é o lugar do fogo - com todos os trocadilhos que sua imaginação permitir. É onde o casal tempera a relação e cuida do corpo para equilibrar as energias. Se for começar o jogo por aí, convide o parceiro para buscar cores, temperos e aromas ao preparar uma receita que aumente a temperatura corpórea e desperte o desejo.

Dica: "O gengibre é excitante na medida certa. Desperta o desejo sem pesar demais no estômago", afirma a terapeuta.

Sala de jantar
Sem dúvida é o cantinho da casa que mais tem cara de família. Se o casal não tem filhos, ela sugere um jantar a dois, com uma refeição leve e saborosa, música ao fundo e o casal sentado um de frente para o outro, olhando-se nos olhos. "É neste momento que o casal compartilha a sensação de construir uma família feliz, por isso é tão importante manter o equilíbrio neste ambiente", explica a terapeuta.

Dica: o cômodo é especialmente indicado para casais que sofrem com a falta de romantismo na relação. A sala de jantar combina aconchego e sofisticação na medida ideal. Decore o ambiente com flores e lenços transparentes. Velas e incensos aumentam o clima de mistério.


Banheiro
A terapeuta explica que o banheiro é um local difícil. Por um lado, banhos e massagens estimulam o envolvimento e a sedução entre os casais. Mas, quando o problema é o distanciamento, fica complicado romper a privacidade que domina a ocupação deste espaço. Isso sem esquecer a falta de conforto - banheiros costumam ser apertados, frios e úmidos. "Tem quem nem pensa em ir ao banheiro e deixar a porta aberta. Mas, num descuido, posso entrar de surpresa para fazer uma massagem e me expor ao meu parceiro", explica Claudya. Outra característica importante deste cômodo é a higiene e os sinais que ele revela sobre a sintonia do casal: "Muitas brigas acontecem por causa da calcinha no box, do cabelo no ralo ou dos respingos no vaso sanitário. São detalhes mínimos, mas geradores de muito desgaste quando a relação está em crise", afirma a terapeuta.

Dica: prepare um banho com aromas e toalhas macias. Deixe vasilhas com pétalas de flores e água morna à disposição para mergulhar toalhas, que podem ser usadas para embrulhar o corpo e relaxar.

Quarto do casal
Claudya define o quarto do casal como o espaço da intimidade e do sexo. É nele, segundo a terapeuta, que o casal deve investir em descobertas sexuais, explorando todas as formas de prazer. "O casal jamais deve brigar no quarto, esse espaço precisa ser sinônimo de boas sensações, sempre", afirma.

Dica: tire a televisão do quarto do casal, evitando a dispersão enquanto vocês estiverem na cama.

10 motivos para amar um nerd

Espero que as mulheres consigam me compreender mais depois de lerem esse texto. Veja alguns motivos para amar um nerd:

1 - Você pode ter certeza daquilo que ele é.

Nerd não muda.
Ele não tenta fingir que é outra pessoa só para te agradar, porque nem se ele quisesse, ele saberia como parecer outra pessoa. As qualidades de um nerd são imutáveis.
Se ele gosta de HTML, vai morrer gostando de HTML.Pode até ser que passe a usar XML também, mas no fundo é tudo a mesma coisa.
Se ele gosta de De Volta para o Futuro, vai morrer gostando disso.
Se hoje ele é gordinho, amanhã será gordinho;
Se hoje ele é magrelo, amanhã será magrelo.
Diferente dos garotos que fazem musculação para as mulheres acharem que eles são gostosos, e depois que vocês casarem eles vão virar uns gordos barrigudos.

2 - Se ele diz que vai jogar vídeo-game ou fazer uma festa em rede, é verdade.

Sabe aquele papo dos homens comuns de falar que vai jogar futebol e ir a outro lugar?
Se nerd fala que vai a casa de alguém para jogar vídeo-game ou fazer uma festa em rede e jogar Doom, é porque ele vai fazer isso.

Ele não vai mentir pra você falando que vai fazer uma coisa e ir fazer outra coisa.

3 - Nerds têm empregos estáveis.

Muita gente diz que mulher gosta de dinheiro. Tremenda mentira.
O que mulher odeia são homens idiotas que não conseguem ter um emprego decente.
Até porque senão você (mulher) tiver um namorado com emprego tosco, ainda tem que ouvir sua mãe, suas amigas falando:
-Nossa! Mas que namorado você arrumou, ele é um banana.

Com nerds não tem preocupação. Até porque nerd sempre faz algo que ninguém entende, e daí parece ser muito mais importante o emprego dele do que realmente é.
-Ah! Meu namorado cuida de um servidor de rede.

4 - Nerd sempre resolverá o problema do seu computador!

E muito mais rápido e melhor que o suporte técnico. E o melhor, de graça.

5 - Ele não vai esquecer seu aniversário.

A menos que a bateria do celular e do Palm dele acabem. Ou que ele não consiga entrar no orkut e veja a lista de aniversariantes.

6 - Ele não têm ciúmes do carro dele.

Ele não ficar falando do carro dele o tempo todo. Nerd que é nerd nem liga para carro!
Mas não pegue o seu celular e nem toque no computador dele.
Computador é uma coisa sagrada, NUNCA TOQUE NELE.

7 - Nerd adora saber como as coisas funcionam.

Então enquanto ele não conseguir fazer você ter um orgasmo, ele vai estudar o porquê, estudar os pontos sensíveis de uma mulher, criar um gráfico com as possíveis formas de te fazer chegar lá medindo a probabilidade de isso acontecer.

Fará cálculos de permutação para saber qual o conjunto dessas formas é a melhor para fazer você ter um orgasmo...
Só não pergunte para ele o que ele está fazendo, porque se ele tentar te explicar você não vai entender.

8 - Nerd esperto grava os programas.

Nerd que é nerd sabe programar o vídeo cassete, o gravador de DVD ou a placa de captura de TV para gravar seu programa favorito. Por isso não tem porquê ele não ir a algum lugar com você só porque está passando Jornada nas Estrelas, Programa do Jô, CQC.
A menos que você queira ir a alguma festa familiar, a maioria dos nerds odeiam lugares com esses encontros.

9 - Você terá tempo para novelas e programas de fofoca.

Sim, nesse tempo o nerd estará com os olhos grudados na tela do computador ou notebook.

10 - Todo mundo tem defeito.

Mesmo tendo bons motivos para amar um nerd, NUNCA, JAMAIS, NEM PENSE, em interrompê-lo quando ele está usando o computador, esse momento é sagrado.
Interromper algum nerd que está a horas usando o computador é pior que interromper um cão feroz faminto degustando sua primeira refeição do dia. Ou seja, ele não se responsabiliza pelos seus atos.

Cinco dicas para atravessar uma separação de forma tranquila

Sabemos que nenhuma separação é fácil de encarar. Isso independe do sentimento de cada um. O casal sofre com a adaptação e mudanças. Sabemos também que você vai viver várias fases, com sentimentos variados e às vezes antagônicos. Darei 5 dicas que podem ajudá-la (o) a viver este momento mais leve e rápido. E quanto mais rápido esse momento passar, melhor. Afinal, você tem uma nova vida pela frente.

- Se esta casa fosse minha...
Permanecer na casa que você morou durante o casamento pode ser um alívio ou um martírio (e também as duas coisas juntas). Se as lembranças não forem boas e você se sentir incomodada (o) ou triste, aposte em atitudes simples e faça com que a casa tenha a sua cara. Arrume o jardim, troque a pintura, renove os quadros, mude as fotos, compre uma nova cama, tudo isso fará um bem imenso!

- Filhos, o dilema.
Parece clichê, mas não é. As crianças sofrem menos com uma situação definida do que vendo o relacionamento dos pais com problemas. Além disso, foi-se o tempo em que os filhos separados de pais eram estigmatizados. Então você pensa melhor antes de ter um, ou você encara tudo sem culpa e sem sufocá-lo. O que importa é preservar a convivência das crianças com ambos e garantir que elas estejam se adaptando à nova fase. Uma orientação profissional ajudará bastante.

- Quem são meus amigos?
Nem sempre os casais amigos permanecem por perto. Não é difícil de entender: as turmas se formam pelas afinidades. Se isso acontecer com você, bola pra frente! É chato e triste, mas não é o fim do mundo. Aproveite este momento e fortaleça vínculos com outras pessoas e procure gente nova. Resgatar antigas amizades e adquirir novas fará você se manter sempre vivo e render ótimas gargalhadas nos fins de semana!

- Encarando de frente.
Se a separação for recente, entenda que a dor, a mágoa faz parte de todo o processo. Mas nada de alimentar isso por muito tempo. Porém, com o passar do tempo (pode ser 1 ano, 2, 3...) nada de guardar lembranças que remetem a algo negativo. Jogue tudo fora. Cada pessoa tem seu ritmo, mas quando fizer isso se sentirá com uma sensação de liberdade inexplicável.

- Cadê a minha rotina que estava aqui?
Em momentos de crise, a rotina coloca nossos pés no chão e nos mantém conectadas com a realidade. E depois de uma separação você irá precisar de uma nova rotina. Aproveite para fazer as coisas que sempre quis e aposte em atividades que façam bem ao corpo e à alma. Manter-se ocupada (o) acelera o processo, isso é fato.

O importante de tudo é você reconquistar o seu amor próprio perdido ao longo do tempo. Não ficar se lamentando do passado e se sentir um peso para você e as pessoas que convive. Acredite em você e a superação virá como um presente.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Terminar um casamento de anos exige coragem e disposição para recomeçar

Visto como um casal modelo, o ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, e sua mulher, Tipper, anunciaram a separação após 40 anos de casados. Gore e Tipper, típico retrato do american way of life, engrossam a lista da nova geração que recomeça a vida após um relacionamento maduro.


O tema vem sendo alvo de pesquisas e livros, entre eles, "Começar de Novo - o Divórcio na Terceira Idade" (Rocco), da jornalista americana Deirdre Bair. Entre 2004e 2006, ela ouviu 394 pessoas - 126 homens, 184 mulheres e 84 filhos adultos - de diversas cidades dos Estados Unidos e do exterior, reunindo um mosaico de histórias de pessoas de todas as classes sociais. No final das contas, observou o que se vê também por aqui: a mulher é quem toma a iniciativa pela separação.


No Brasil, as mulheres maduras estão investindo em relacionamentos afetivos. Segundo pesquisa do IBGE, as brasileiras na faixa de 40 a 44 anos estão se casando mais. O instituto constatou um aumento de quase 220%, entre 1997 e 2008.


A jornalista e historiadora Marcia Camargos viveu a separação em dois momentos de sua vida, aos 28 e aos 40 "e muitos" anos. "Aos 20 e sem filhos, você tem a vida pela frente, nem todos os seus amigos estão casados e é mais fácil encontrar um parceiro. Aos 40 ou 50, o casal tem uma história de muitos anos juntos, permeada pela identidade social, cultural e emocional. Uma ruptura arranca a pele. O frescor da juventude se foi, mas há quem dê valor a outros atributos, como a sua experiência de vida e a sexualidade plena. Talvez por isso a mulher madura desperte o interesse de homens mais jovens e culturalmente refinados", opina Marcia, que é mãe de um casal de filhos de 18 e 20 anos.


Casada durante 22 anos e separada há 3, Marcia resolveu escrever um livro sobre o assunto - "Separar Depois dos 40", da Panda Books -, pincelando experiências pessoais com depoimentos de outras mulheres maduras e de diferentes profissões. "Nenhuma delas disse que se arrependeu e a maioria tomou a iniciativa para a separação", conta. No livro, uma espécie de guia para quem ainda está experimentando os primeiros acordes da liberdade, os depoimentos pessoais são entremeados com dicas bem humoradas da autora, entre elas, a de dar um up ao visual.


Mudança radical


"Eu me casei para dar certo e, no meio do caminho, isso se modificou", resume Maria Isabel Orihuelea, 50 anos, engenheira química e artista plástica, divorciada há cinco. Mãe de três filhos com 26, 24 e 21 anos, ela foi casada por 22 anos e tomou a iniciativa para a separação, já que a relação tinha esfriado.


A família morava em uma casa confortável na Granja Viana e, com as mudanças, ela e a filha mudaram-se para um apartamento em São Paulo, enquanto os dois meninos ficaram morando com o pai, em função dos estudos. "Foi um baque, porque passei mais da metade da minha vida sendo provida. Tive pensão por três anos, mas depois fui à luta", diz ela, que, após três tentativas mal sucedidas no comércio, trabalha como corretora de imóveis.


Conta que viveu uma fase adolescente. "Saía com as amigas e ia à baladas, mas achando aquilo muito diferente da minha geração, especialmente a forma de os homens se aproximarem. Essa fase de deslumbramento durou uns dois anos, quando refleti sobre o que me valia realmente a pena." Mas não descarta um novo casamento. "Gostaria de ter uma relação estável, mas não seguindo o modelo de provedor emocional e financeiro."


Vida nova


Para Tania Trevisan, 51 anos, à frente da Trevisan Publicidade, o processo de separação foi doloroso e frustrante. "Primeiro vem a sensação de fracasso, depois a vida segue. Por ter duas filhas maravilhosas, na época com 18 e 15 anos e que me apoiaram desde o início, consegui me fortalecer. Tive a força das amigas e, na sequência, a descoberta de meu potencial profissional."


Foram 20 anos de casamento, conta Tania, separada há 10. "A infidelidade e a falta de interesse dele pesaram na decisão. Tentei manter a relação, pois o amava muito. Éramos unidos, viajávamos com a família, saíamos para dançar nos fins de semana, íamos ao clube com os amigos em comum." Após a separação, a situação financeira passou por transformações significativas, mas ela soube reverter o quadro. "Houve uma mudança importante no amadurecimento emocional. " Em outubro, foi morar em Lisboa, para dirigir a área de eventos da agência. "Penso que foi uma forma de mostrar para mim e para o mundo que é possível uma mulher depois dos 40 ir sozinha para outra terra e conquistar vitórias."


Tania, que já teve alguns parceiros mais jovens, no momento não está namorando, mas acredita que a qualquer momento vai encontrar alguém interessante, compatível, cheio de vida e que deseje construir um relacionamento saudável. "O importante não é estar casada no papel, mas sim me sentir no papel de casada, com o compromisso de troca de carinho, amizade e companheirismo."


Ao seu ver, uma conjunção de fatores leva as mulheres maduras e infelizes no casamento a tomarem uma iniciativa nessa altura da vida. "Sentem-se mais seguras profissionalmente, usam o autoconhecimento a seu favor e, se o relacionamento as incomodam, tomam uma atitude", opina.


Psicoterapeuta diz que, em 90% dos casos, é a mulher quem toma a iniciativa.


Para Ana Cláudia Simão, psicoterapeuta sexual, nem casamento nem divórcio é garantia de felicidade. "Tudo vai depender do modelo de casamento ou do que se planeja com a separação. A mulher idealiza demais. Seja qual for a situação, o importante é ser realista", comenta.


Em 30 anos de consultório, observa que, em 90% dos casos, a iniciativa da separação é da mulher. "Os homens, em especial os mais velhos, não sabem se cuidar. Eles saem da casa da mãe e procuram no casamento alguém que continue cuidando deles. Se a relação está deteriorada, empurram com a barriga. Já a mulher não é hipócrita e sai em busca do equilíbrio, harmonia e mudanças de objetivos de vida que lhe tragam prazer."

Uma das queixas mais frequentes delas é a imposição social e cultural das tarefas domésticas e educação dos filhos. Com o passar dos anos, essa sobrecarga vai se acumulando, como uma válvula de pressão. "O homem ainda não internalizou que a casa é dele, a comida é dele, a roupa é dele, e que os filhos também são dele. E ainda reclamam que a mulher está sempre cansada e que não está a fim de sexo!"

Quanto aos filhos, o que importa não é o divórcio em si, afirma, mas a forma como se dá o processo. "Caso o assunto tenha sido exposto de forma clara e tranquila, a aceitação é melhor. Os filhos não acham que casamento de fachada é sinônimo de aprendizado. Se o casal insiste em manter as aparências, eles acabam repetindo esse modelo de relacionamento no futuro."

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