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sexta-feira, 15 de novembro de 2013
segunda-feira, 1 de julho de 2013
No que Cremos - 27 doutrinas básicas
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As Escrituras Sagradas, o Antigo e
Novo Testamento, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por
intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos
pelo Espírito Santo. Nesta Palavra, Deus transmitiu ao homem o conhecimento
necessário para salvação. As Escrituras Santas são a infalível revelação de Sua
vontade.Constituem o padrão de caráter, o prova de experiência, o autorizado
revelador de doutrinas e o registro fidedigno dos atos de Deus na História.
Razões Bíblicas|2 Pedro 1:20, 21; 2 Tim. 3:16, 17; Sal. 119:105; Prov. 30:5, 6; Isa.
8:20; João 17:17; 1 Tess. 2:13; Heb. 4:12
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| Há um só Deus: Pai, Filho, e
Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal,
onipotente, onisciente, acima de tudo e sempre presente. Ele é infinito e além
da compreensão humana, mas é conhecido por meio de Sua auto-revelação. Para
sempre é digno de culto, adoração, e serviço por parte de toda criação. Razões Bíblicas|Deut. 6:4; Mat. 28:19; 2 Cor. 13:14; Efé. 4:4-6; 1 Pedro 1:2; 1 Tim. 1:17; Apoc.. 14:7 | |
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| Deus, o Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-se, e grande em cosntante amor e fidelidade. As qualidades e poderes manifestos no Filho e o Espírito Santo também constituem revelações do Pai.Razões Bíblicas|Gen. 1:1; Apoc. 4:11; 1 Cor. 15:28; João 3:16; 1 João 4:8; 1 Tim. 1:17; Ex. 34:6, 7; John 14:9 | |
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| Deus, o Filho Eterno,
encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, é
revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo.
Sendo paara sempre verdadeiramente Deus, Ele se tornou também verdadeiramente
homem, Jesus, o Cristo. Ele foi concebido do Espírito Santo e nasceu da virgem a
Maria. Viveu, e experimentou a tentação como um ser humano, mas exemplificou
perfeitamente a justiça e o amor de Deus. Por Seus milagres manifestou o poder
de Deus e atestou que era o Messias prometido por Deus. Sofreu e morreu
voluntariamente na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado
dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso
favor. Virá outra vez, em glória, para o livramento final de Seu povo e a
restauração de todas as coisas. Razões Bíblicas|João 1:1-3, 14; Col. 1:15-19; João 10:30; 14:9; Rom. 6:23; 2 Cor. 5:17-19; João 5:22; Lucas 1:35; Filip. 2:5-11; Heb. 2:9-18; 1 Cor. 15:3, 4; Heb. 8:1, 2; João 14:1-3 | |
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| Deus, o Espírito
Santo, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e
Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de
Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis são
renovados e trasnformados por Ele, à imagem de Deus. Enviado pelo Pai e pelo
Filho para estar sempre estar com Seus filhos, Ele concede dons espirituais à
igreja, habilita a dar testemunho de Cristo e, em harmonia com as Escrituras,
guia-a em toda a verdade. Razões Bíblicas|Gen. 1:1, 2; Lucas 1:35; 4:18; Atos 10:38; 2 Pedro 1:21; 2 Cor. 3:18; Efé. 4:11, 12; Atos 1:8; João 14:16-18, 26; 15:26, 27; 16:7-13 | |
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| Deus é o Criador de
todas as coisas, e revelou nas Escrituras o relato autêntico da Sua atividade
criadora."Em seis dias fez o Senhor os Céu e a Terra" e tudo que tem vida sobre
a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. Assim Ele estabeleceu
o sábado como perpétuo monumento comemorativo de Sua esmerada obra criadora. O
primeiro homem e mulher foram formados à imagem de Deus como obra-prima da
Criação, foi-lhes dado domínio sobre o mundo e atribuiu-lhes a responsabilidade
de cuidar dele. Quando o mundo foi concluído, ele era "muito bom", proclamando a
glória de Deus. Razões Bíblicas|Gen. 1; 2; Ex. 20:8-11; Sal. 19:1-6; 33:6, 9; 104; Heb. 11:3 | |
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| O homem e a mulher
foram formados à imagem de Deus com individualidade, o poder e a liberdade de
pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma
unidade indivisível de corpo, mente e alma, e dependente de Deus quanto à vida,
respiração e tudo o mais. Quando os nossos primeiros pais desobedeceram a Deus,
eles negaram sua dependência dEle e caíram de sua elevada posição abaixo de
Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte.
Seus descendentes partilharam dessa natureza caída e de suas conseqüências. Eles
nascem com fraquezas e tendências para o mal. Mas Deus, em Cristo, reconciliou
consigo o mundo e por meio de Seu Espírito restaura nos mortais penitentes a
imagem de seu Criador. Criados para a glória de Deus, eles são chamados para
amá-Lo e uns aos outros, e para cuidar de seu ambiente. Razões Bíblicas|Gên. 1:26-28; 2:7; Sal. 8:4-8: Atos 17:24-28; Gên. 3; Salm. 51:5; Rom. 5:12-17; II Cor. 5:19 e 20 | |
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| Toda a humanidade está
agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de
Deus, Sua lei e Sua soberania sobre o Universo. Este conflito originou-se no Céu
quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria
tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos
anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo, ao induzir Adão e Eva
em pecado. Este pecado humano resultou na deformação da imagem de Deus na
humanidade, no transtorno do mundo criado e em sua conseqüente devastação por
ocasião do dilúvio mundial. Observado por toda a criação, este mundo tornou-se
palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de
amor. Para ajudar Seu povo nesse conflito, Cristo envia o Espírito Santo e os
anjos leais, para os guiar, proteger e amparar no caminho da salvação. Razões Bíblicas|Apoc. 12:4-9; Isa. 14:12- 14; Ezeq. 28:12-18; Gên. 6-8; II Ped. 3:6; Rom. 1:19-32; 5:19-21; 8:19-22; Heb. 1:4-14; I Cor. 4:9 | |
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| Na vida de Cristo, de
perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e
ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que
os que aceitam esta expiação pela fé possam ter vida eterna, e toda a criação
compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. Esta expiação perfeita
vindica a justiça da lei de Deus e a benignidade de Seu caráter; pois ela não
somente condena o nosso pecado, mas também garante o nosso perdão. A morte de
Cristo é substituinte e expiatória, reconciliadora e transformadora. A
ressurreição de Cristo proclama a vitória de Deus sobre as forças do mal, e
assegura a vitória final sobre o pecado e a morte para os que aceitam a
expiação. Ela proclama a soberania de Jesus Cristo, diante do qual se dobrará
todo joelho, no Céu e na Terra. Razões Bíblicas|S. João 3:16; Isa. 53; II Cor. 5:14, 15 e 19-21; Rom. 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; Filip. 2:6-11; I S. João 2:2; 4:10; Col. 2:15 | |
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| Em infinito amor e
misericórdia, Deus fez com que Cristo, que não conheceu pecado, Se tornasse
pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo
Espírito Santo, sentimos nossa necessidade, reconheçamos nossa pecaminosidade,
arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e
Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação advém do divino
poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos
justificados, adotados como filhos e filhas de Deus e libertados do domínio do
pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos santificados; o Espírito
renova nossa mente, escreve a lei de Deus, a lei de amor, em nosso coração, e
recebemos o poder para levar uma vida santa. Permanecendo nEle, tornamo-nos
participantes da natureza divina e temos a certeza de salvação agora e no
Juízo. Razões Bíblicas|Sal. 27:1; Isa. 12:2; Jonas 2:9; S. João 3:16; II Cor. 5:17-21: Gál. 1:4; 2:19 e 20; 3:13; 4:4-7; Rom. 3:24-26; 4:25; 5:6-10; 8:1-4, 14, 15, 26 e 27; 10:7; I Cor. 2:5; 15:3 e 4; I S. João 1:9; 2:1 e 2; Efés. 2:5-10; 3:16-19; Gál. 3:26; S. João 3:3-8; S. Mat. 18:3; I S. Ped. 1:23, 2:21; Heb. 8:7-12 | |
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| A Igreja é a
comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo com Senhor e Salvador. Em
continuidade do povo de Deus nos tempos do Velho Testamento, somos chamados para
fora deste mundo; e nos unimos para prestar culto para comunhão, para instrução
na Palavra, para a celebração da Ceia do Senhor, para serviço a toda humanidade
e para a proclamação mundial do evangelho. A igreja recebe sua autoridade de
Cristo, o qual é a Palavra encarnada, e das Escrituras, que são a Palavras
escrita. A Igreja é a família de Deus; adotados por Ele como filhos, seus
membros vivem com base no novo concerto. A Igreja é o corpo de Cristo, uma
comunidade de fé, da qual o próprio Cristo é a Cabeça. A Igreja é a Noiva pela
qual Cristo morreu para que pudesse santificá-la e purificá-la. Em Sua volta
triunfal, Ele a apresentará a Si mesmo Igreja gloriosa, os fiéis de todos os
séculos, a aquisição de Seu sangue, sem mácula, nem ruga, porém santa, sem
defeito. Razões Bíblicas|Gên. 12:3; Atos 7:38; S. Mat. 21:43; 16:13-20; S. João 20:21 e 22; Atos 1:8; Rom. 8:15-17; I Cor. 12:13-27; Efés. 1:15 e 23; 2:12; 3:8-11 e 15; 4:11-15 | |
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| A Igreja universal se
compõe de todos os que verdadeiramente crêem em Cristo; mas, nos últimos dias,
um tempo de ampla apostasia, um remanescente tem sido chamado para fora a fim de
guardar os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Este remanescente anuncia a
chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a
aproximação de Seu segundo advento. Esta proclamação é simbolizada pelos três
anjos do Apocalipse 14; coincide com a obra do julgamento no Céu e resulta numa
obra de arrependimento e reforma na Terra. Todo crente é convidado a ter uma
parte pessoal neste testemunho mundial. Razões Bíblicas|S. Mar. 16:15; S. Mat. 28:18-20; 24:14; II Cor. 5:10; Apoc. 12:17; 14:6-12; 18:1-4; Efés. 5:22-27; Apoc. 21:1-14) | |
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| A Igreja é um corpo
com muitos membros, chamados de nação, tribo, língua e povo. Em Cristo somos uma
nova criação; distinções de raça, cultura e nacionalidade, e diferenças entre
altos e baixos, ricos e pobres, homens e mulheres, não deve ser motivo de
dissenções entre nós. Todos somos iguais em Cristo, o qual por um só Espírito
nos uniu numa comunhão com Ele e uns com os outros; devemos servir e ser
servidos sem parcialidade ou restrição. Mediante a revelação de Jesus Cristo nas
Escrituras partilhamos a mesma fé e esperança e estendemos um só testemunho para
todos. Esta unidade encontra sua fonte na unidade do Deus triúno, que nos adotou
como Seus filhos. Razões Bíblicas|Sal. 133:1; I Cor. 12:12-14; Atos 17:26 e 27; II Cor. 5:16 e 17; Gál. 3:27-29; Col. 3:10-15; Efés. 4:1-6; S. João 17:20-23; S. Tiago 2:2-9; I S. João 5:1 | |
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| Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e ressurreição de Jesus Cristo, e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida. Assim reconhecemos a Cristo como Senhor e Salvador, tornamo-nos Seu povo e somos aceitos como membros por Sua Igreja. O batismo é um símbolo de nossa união com Cristo, do perdão de nossos pecados e de nosso recebimento do Espírito Santo. É por imersão na água e depende de uma afirmação da fé em Jesus e da evidência de arrependimento do pecado. Segue-se à instrução na Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos. Razões Bíblicas|S. Mat. 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Rom. 6:1-6: Gál. 3:27; I Cor. 12:13; Col. 2:21 e 13; I S. Ped. 3:21 | |
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| A Ceia do Senhor é uma
participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé
nEle, nosso Salvador e Senhor. Nessa experiência de comunhão, Cristo está
presente para encontrar-Se com Seu povo e fortalecê-lo. Participando da Ceia,
proclamamos alegremente a morte do nosso Senhor até que Ele volte. A preparação
envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre
instituiu a cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para
expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo
e para unir nossos corações em amor. O Serviço da Comunhão é franqueado a todos
os crentes cristãos. Razões Bíblicas|S. Mat. 26:17-30; I Cor. 11:23-30; 10:16 e 17; S. João 6:48-63; Apoc. 3:20; S. João 13:1-17 | |
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| Deus concede a todos
os membros de Sua Igreja, em todas as épocas, dons espirituais que cada membro
deve empregar em amoroso ministério para o bem comum da Igreja e da humanidade.
Sendo outorgados pela atuação do Espírito Santo, o qual distribui a cada membro
como Lhe apraz, os dons provêem todas as aptidões e ministérios de que a Igreja
necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas. De acordo com as
Escrituras, esses dons abrangem tais ministérios como a fé, a cura, profecia,
proclamação, ensino, administração, reconciliação, compaixão, e serviço abnegado
e caridade para ajuda e animação das pessoas. Alguns membros são chamados por
Deus e dotados pela Espírito para funções reconhecidas pela Igreja em
ministérios pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino especialmente
necessários para habilitar os membros para o serviço, edificar a Igreja com
vistas à maturidade espiritual e promover a unidade da fé e do conhecimento de
Deus. Quando os membros utilizam esses dons espirituais como fiéis despenseiros
da multiforme graça de Deus, a Igreja é protegida contra a influência demolidora
de falsas doutrinas, tem um crescimento que provém de Deus e é edificada na fé e
no amor. Razões Bíblicas|Rom. 12:4-8; I Cor. 12:9-11, 27 e 28; Efés. 4:8 e 11-16; II Cor. 5:14-21; Atos 6:1-7; I Tim. 2:1-3; I S. Ped. 4:10 e 11; Col. 2:19; S. Mat. 25:31-36 | |
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| Um dos dons do
Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da Igreja
remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a
mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de
verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. Eles
também tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo o
ensino e experiência. Razões Bíblicas|Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Heb. 1:1-3; Apoc. 12-17; 19:10 | |
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| Os grandes princípios
da lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de
Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e
das relações humanas, e são obrigatórias a todas as pessoas, em todas as épocas.
Estes preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma no
julgamento de Deus. Por meio da atuação do Espírito Santo, eles apontam para o
pecado e despertam o senso da necessidade de um Salvador. A Salvação é
inteiramente pela graça, e não pelas obras, mas seu fruto é a obediência aos
mandamentos. Essa obediência desenvolve o caráter cristão e resulta numa
sensação de bem-estar. É uma evidência de nosso amor ao Senhor e de nossa
solicitude por nossos semelhantes. A obediência da fé demonstra o poder de
Cristo para transformar vidas, e fortalece, portanto, o testemunho cristão.
Razões Bíblicas|Êxo. 20:1-17; S,. Mat. 5:17; Deut. 28:1-14; Sal. 19:7-13; S. João 14:15; Rom. 8:1-4; I S. João 5:3; S. Mat. 22:36-40; Efés. 2:8 | |
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| O bondoso Criador,
após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o sábado para
todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da lei de Deus
requer a observância deste sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e
ministério, em harmonia com o ensino e a prática de Jesus, o Senhor do sábado. O
sábado é um dia de deleitosa comunhão com Deus e uns com os outros. É um símbolo
de nossa redenção em Cristo, um sinal de nossa santificação, uma prova de nossa
lealdade e um antegozo de nosso futuro eterno no reino de Deus. O sábado é um
sinal perpétuo do eterno concerto de Deus com Seu povo. A prazerosa observância
deste tempo sagrado duma tarde a outra tarde, do por-do-sol ao por-do-sol, é uma
celebração dos atos criadores e redentores de Deus. Razões Bíblicas|Gên. 2:1-3; Êxo. 20:8-11; 31:12-17; S. Luc. 4:16; Heb. 4:1- 11; Deut. 5:12-15; Isa. 56: 5 e 6; 58:13 e 14; Lev. 23:32; S. Mar. 2:27 e 28 | |
| |
| Somos despenseiros de
Deus, responsáveis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades,
posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso
cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus por meio do fiel
serviço a Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas
para a proclamação de Seu evangelho e para a manutenção e o crescimento de Sua
Igreja. A mordomia é um privilégio que Deus nos concede para o desenvolvimento
no amor e para a vitória sobre o egoísmo e a cobiça. O mordomo se regozija nas
bênçãos que advêm aos outros como resultado de sua fidelidade Razões Bíblicas|Gên. 1:26-28; 2:15; Ageu 1:3-11; Mal. 3:8-12; S. Mat. 23:23; I Cor. 9:9-14 | |
| |
| Somos chamados para
ser um povo piedoso que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu.
Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, nós só nos
envolvemos naquelas coisas que produziram em nossa vida pureza, saúde, e alegria
semelhantes às de Cristo. Isto significa que nossas diversões e entretenimentos
devem corresponder aos mais altos padrões de gosto e beleza cristãos. Embora
reconheçamos diferenças culturais, nosso vestuário deve ser simples, modesto e
de bom gosto, apropriado àqueles cuja verdadeira beleza não consiste no adorno
exterior, mas no ornamento imperecível de um espírito manso e tranqüilo.
Significa também que, sendo o nosso corpo o templo do Espírito Santo, devemos
cuidar dele inteligentemente. Junto com adequado exercício e repouso, devemos
adotar alimentação mais saudável possível e abster-nos dos alimentos imundos
identificados nas Escrituras. Visto que as bebidas alcóolicas, o fumo e o uso
irresponsável de medicamentos e narcóticos são prejudiciais a nosso corpo,
também devemos abster-nos dessas coisas. Em vez disso, devemos empenhar-nos em
tudo que submeta nossos pensamentos e nosso corpo à disciplina de Cristo, o qual
deseja nossa integridade, alegria e bem-estar. Razões Bíblicas|I S. João 2:6; Efés. 5:1-13; Rom. 12:1 e 2; I Cor. 6:19 e 20; 10:31; I Tim. 2:9 e 10; Lev. 11:1-47; II Cor. 7:1; I S. Ped. 3:1-4; II Cor. 10:5; Filip. 4:8) | |
| |
| O casamento foi
divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia
entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o
compromisso matrimonial é com Deus bem como com o cônjuge, e só deve ser
assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. Mútuo amor, honra, respeito
e responsabilidade constituem a estrutura dessa relação, a qual deve refletir o
amor, a santidade, a intimidade e a constância da relação entre Cristo e Sua
Igreja. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do
cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e casar-se com outro, comete
adultério. Conquanto algumas relações de família fiquem aquém do ideal, os
consortes que se dedicam inteiramente um ao outro, em Cristo, podem alcançar
amorosa unidade por meio da orientação do Espírito e a instrução da Igreja. Deus
abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a alcança
completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a
obedecer-Lhe. Por seu exemplo e suas palavras, que Cristo é um disciplinador
amoroso, sempre terno e solícito, desejando que eles se tornem membros de Seu
corpo, a família de Deus. Crescente intimidade familiar é um dos característicos
da mensagem final do evangelho Razões Bíblicas|Gên. 2:18-25; Deut. 6:5-9; S. João 2:1-11; Efés. 5:21-33; S. Mat. 5:31 e 32; 19:3-9; Prov. 22:6; Efés. 6:1-4; Mal. 4:5 e 6; S. Mar. 10:11 e 12; S. Luc. 16:18; I Cor 7:10 e 11 | |
| |
| Há um santuário no
Céu, o verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. Nele Cristo
ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crente os benefícios de Seu
sacrifício expiatório, oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado
como nosso grade Sumo-sacerdote e começou Seu ministério intercessório por
ocasião de Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2300 dias, Ele
iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. É uma obra de
juízo investigativo, a qual faz parte da eliminação final de todo o pecado,
prefigurada pela purificação do antigo santuário hebraico no Dia da Expiação.
Nesse serviço típico, o santuário era purificado com o sangue do sacrifício de
animais vivos, mas as coisas celestiais são purificadas com o perfeito
sacrifício do sangue de Jesus. O juízo investigativo revela aos seres celestiais
quem dentre os mortos dorme em Cristo, sendo, portanto, nEle, considerado digno
de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesta quem, dentro vivos
permanece em Cristo, guardando os mandamentos e a fé de Jesus, estando,
portanto, nEle, preparado para a transladação ao Seu reino eterno. Esse
julgamento vindica a justiça de Deus em salvar os que crêem em Jesus. Declara
que os que permanecem leais a Deus, receberão o reino. A terminação do
ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos,
antes do Segundo Advento. Razões Bíblicas|Heb. 1:3; 8:1-5; 9:11-28; Dan. 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24- 27; Núm. 14:34; Ezeq. 4:6; Mal. 3:1; Lev. 16; Apoc. 14:12; 20:12; 22:12 | |
| |
| A segunda vinda de
Cristo é a bendita esperança da Igreja, o grande ponto culminante do evangelho.
A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal. Quando Ele
voltar, os justos falecidos serão ressuscitados e, juntamente com os justos que
estiverem vivos, serão glorificados e levados para o Céu, mas os ímpios irão
morrer. O cumprimento quase completo da maioria dos aspectos da profecia, bem
como a condição atual do mundo, indica que a vinda de Cristo é iminente. O tempo
exato desse acontecimento não foi revelado, e somos portanto exortados a estar
preparados em todo o tempo. Razões Bíblicas|Tito 2:13; S. João 14:1-3; Atos 1:9- 11; I Tess. 4:16 e 17; I Cor. 15:51-54; II Tess. 2:8; S. Mat 24; S. Mar. 13; S. Luc. 21; II Tim. 3:1- 5; Joel 3:9-16; Heb. 9:28 | |
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| O salário do pecado é
a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos.
Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas. Quando
Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, os justos ressuscitados e os justos
vivos serão glorificados e arrebatados para o encontro de seu Senhor. A segunda
ressurreição, a ressurreição dos ímpios ocorrerá 1000 anos mais tarde. Razões Bíblicas|I Tim. 6:15 e 16; Rom. 6;23; I Cor. 15:51-54; Ecles. 9:5 e 6; Sal. 146:4; I Tess. 4:13-17; Rom. 8:35-39; S. João 5:28 e 29; Apoc. 20:1-10; S. João 5:24 | |
| |
| O milênio é o reinado de mil anos de Cristo de Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreições. Durante esse tempo serão julgados os ímpios mortos; a Terra estará completamente desolada, sem habitantes humanos com vida, mas ocupada por Satanás e seus anjos. No fim desse período, Cristo com Seus santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas o fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores. Razões Bíblicas|Apoc. 20; Zac. 14:1-4; Jer. 4:23-26; I Cor. 6; II S. Ped. 2:4; Ezeq. 28:18; II Tess. 1:7-9; Apoc. 19:17, 18 e 21 | |
| |
Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os
remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria, e aprendizado eternos,
em Sua presença. Pois aqui o próprio Deus habitará com o Seu povo, e o
sofrimento e a morte terão passado. O grande conflito estará terminado e não
mais existirá pecado. Todas as coisas, animadas e inanimadas, declaram que Deus
é amor; e Ele reinará para todo o sempre. Amém.
Razões Bíblicas|II S. Ped. 3:13; Gên. 17:1-8; Isa. 35; 65:17-25; S. Mat. 5:5; Apoc. 21:1-7; 22:1-5; 11:15 | |
| |
Pela sua morte na cruz Jesus triunfou sobre as forças do mal. Ele
subjugou os espíritos de demônios durante o Seu ministério terrestre e quebrou o
seu poder e tornou certo o seu destino final. A vitória de Jesus dá-nos vitória
sobre as forças do mal que continuam procurando controlar-nos, enquanto nós
caminhamos com Ele em paz, alegria, e a garantia do Seu amor.
Agora o Espírito Santo mora conosco e nos dá poder. Continuamente comprometidos com Jesus como nosso Salvador e Senhor, somos livres do fardo dos nossos feitos passados. Não mais vivemos na escuridão, com medo dos poderes do mal, ignorância, e a falta de sentido de nosso antigo estilo de vida. Nessa nova liberdade em Jesus, somos chamados a crescer na semelhança de Seu caráter, comungando com Ele diariamente em oração, alimentando-nos de Sua Palavra, meditando nisso e em Sua providência, cantando Seus louvores, reunindo-nos juntos em adoração, e participando na missão da Igreja. Na medida em que nos entregamos ao serviço de amor àqueles ao nosso redor e ao testemunho da Sua salvação, Sua constante presença conosco através do Espírito transforma cada momento e toda tarefa numa experiência espiritual.Razões Bíblicas| Salmos 1:1, 2; 23:4; 77:11, 12; Colossenses 1:13, 14; 2:6, 14, 15; Lucas 10:17-20; Efésios 5:19, 20; 6:12-18; I Tessalonicenses 5:23; II Pedro 2:9; 3:18; II Corintios 3:17, 18; Filipenses. 3:7-14; I Tessalonicenses 5:16-18; Mateus 20:25-28; João 20:21; Gálatas 5:22-25; Romanos 8:38, 39; I João 4:4; Hebreus 10:25. |
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sábado, 29 de dezembro de 2012
Na Mira da Verdade - Jesus aceita ou não que as pessoas expulsem demônios em seu nome?
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Os animais mortos serão ressuscitados quando Jesus voltar?
Por muitas e muitas vezes me perguntei sobre isso e nunca obtive uma resposta. A Bíblia não explicita se os animais ressuscitarão.
Mas encontrei esse artigo que fala sobre o assunto e dá a entender que sim, nossos amiguinhos poderão sim ser ressuscitados conosco, caso sejamos salvos. Leia e compreenda (gostaria de contar com o auxílio do meu amigo Lucas Cambraia, caso ele saiba algo a respeito).
Veja o texto na íntegra:
Mas encontrei esse artigo que fala sobre o assunto e dá a entender que sim, nossos amiguinhos poderão sim ser ressuscitados conosco, caso sejamos salvos. Leia e compreenda (gostaria de contar com o auxílio do meu amigo Lucas Cambraia, caso ele saiba algo a respeito).
Veja o texto na íntegra:
O que sucede aos Animais após a
Morte?
Os Animais irão para o
Céu?
Este artigo é em resposta a um
e-mail, o qual transcrevemos abaixo:
| "Primeiramente agradecendo pelo seu site, site esse que me fez começar a
enxergar todas as coisas da vida de um modo completamente diferente do que
pensava antes, me abriu os olhos de uma maneira que só mesmo quem vivencia
consegue explicar. Segunda coisa: muito difícil encontrar uma pessoa com
inteligência assim como você e que escreve impecavelmente, não avacalhando a
gramática como vemos em tantos sites sobre diversos assuntos. Sem sombra de
dúvida, seu trabalho não teve início por acaso, Nosso Senhor que te abriu as
portas e te pôs nesse caminho, acredito eu que para que possa abrir os olhos de
muitas pessoas sem rumo por aí. Bom, vamos a minha pergunta, talves um pouco sem
nexo, mas que realmente tenho muito interesse em saber. Os nossos coleguinhas, nossos bichos de estimação, que será que acontece com eles depois que morrem? Nós temos espírito, lógico, mas e eles? Não são nossos bichinhos também uma vida? Tenho muitos bichos e amo a todos eles como se fossem meus filhos na realidade, o coração deles é limpo e não tem a maldade do coração de muitos homens, por isso meu amor tão grande e minha pergunta, onde estão os que já se foram e para onde será que irão os bebês que ainda estão vivos comigo? É uma preocupação meio até que alheia em meio a tantas coisas que desejamos saber, mas prá mim é de muita importância. Obrigada pelo site, obrigada por vc existir, obrigada por ter através dele me acordado para tantas verdades." Marcia - 15/07/2008 |
Saudações
em Cristo!
Agradecemos
seus gentis comentários.
De
fato, o trabalho deste ministério não teve nada de acaso. A idéia inicial era a
de fazer do INTELLECTUS um site sobre
variedades culturais. Todavia, a chama viva que há em meu espírito me inspirou,
e inspira, a falar sobre as grandezas de Deus. Este é um dos frutos do batismo
com o Espírito Santo, como está escrito:
“Vós,
porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade
exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das
trevas para a sua maravilhosa luz;” 1 Pedro 2:9
Que
grande honra e que grande privilégio é este o de servir a Cristo!
Importante,
todavia, nesta delicada questão, é também atentarmos de todo o nosso coração
para as palavras do Mestre:
“Respondeu
João: O homem não pode receber coisa alguma se do céu não lhe for dada.” João
3:27
Foram
palavras ditas por João Batista, inspiradas pelo Espírito de Deus.
Graças
rendo ao Senhor Jesus pela sua muita misericórdia para conosco, tendo eu
particularmente tido o cuidado de não me esquecer de quem sou, ou seja, de um
simples alguém sobre quem opera a graça de Deus por meio de Cristo. Não sou eu
mesmo um exemplo já perfeito a ser seguido ou imitado, jamais possuí tal
prepotência, pois que eu mesmo sumo e desapareço diante do exemplo eterno e
perfeito que é o Senhor Jesus Cristo, ele sim, deve ser seguido e imitado por
todos quantos busquem amar e agradar a Deus.
“Então,
disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue,
tome a sua cruz e siga-me.” Mateus 16:24
Sobre suas indagações
Sua
questão é universal e histórica, pois não há uma simples exposição que lhe possa
ser feita a respeito do que sucede aos animais que morrem. Todavia, há muito o
que podemos considerar e meditar a este respeito, tendo como fundamento de
sabedoria e de conhecimento as Escrituras de Deus, a Bíblia. Embora possamos
afirmar com plena certeza que haverá animais no céu, pois o Senhor Jesus Cristo
retornará montado em um cavalo.
“Vi
o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro
e julga e peleja com justiça. Os seus olhos são chama de fogo; na sua cabeça, há
muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece, senão ele mesmo. Está
vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome se chama o Verbo de Deus; e
seguiam-no os exércitos que há no céu, montando cavalos brancos, com vestiduras
de linho finíssimo, branco e puro. Sai da sua boca uma espada afiada, para com
ela ferir as nações; e ele mesmo as regerá com cetro de ferro e, pessoalmente,
pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-Poderoso. Tem no seu manto e
na sua coxa um nome inscrito: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES.” Apocalipse
19:11-16
A
questão é se os animais que convivem conosco hoje, isto é, se estes mesmos
animais estarão conosco na glória de Deus. Igualmente importante é discorrermos
sobre este assunto tendo em conta tanta crueldade que sofrem tantos animais por
parte de homens perversos e sanguinários, bestas humanas, sádicos cruéis e
implacáveis, mercenários a serviço da maldade, os quais, inevitavelmente,
prestarão contas Àquele que tem nas mãos as chaves da morte e do
inferno.
“Achei-me
em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de
trombeta, dizendo: O que vês escreve em livro e manda às sete igrejas: Éfeso,
Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia. Voltei-me para ver
quem falava comigo e, voltado, vi sete candeeiros de ouro e, no meio dos
candeeiros, um semelhante a filho de homem, com vestes talares e cingido, à
altura do peito, com uma cinta de ouro. A sua cabeça e cabelos eram brancos como
alva lã, como neve; os olhos, como chama de fogo; os pés, semelhantes ao bronze
polido, como que refinado numa fornalha; a voz, como voz de muitas águas. Tinha
na mão direita sete estrelas, e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois
gumes. O seu rosto brilhava como o sol na sua força. Quando o vi, caí a seus pés
como morto. Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o
primeiro e o último e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo
pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno. Escreve,
pois, as coisas que viste, e as que são, e as que hão de acontecer depois
destas.” Apocalipse 1:10-19
Este
a quem João viu é o Senhor Jesus Cristo já glorificado após a sua
ressurreição.
Citaremos
alguns trechos bíblicos a fim de que possamos ver como Deus tem cuidado com os
animais:
“A
tua benignidade, SENHOR, chega até aos céus, até às nuvens, a tua fidelidade. A
tua justiça é como as montanhas de Deus; os teus juízos, como um abismo
profundo. Tu, SENHOR, preservas os homens e os animais.” Salmos
36:5-6
“Tornou
o SENHOR: Tens compaixão da planta que te não custou trabalho, a qual não
fizeste crescer, que numa noite nasceu e numa noite pereceu; e não hei de eu ter
compaixão da grande cidade de Nínive, em que há mais de cento e vinte mil
pessoas, que não sabem discernir entre a mão direita e a mão esquerda, e também
muitos animais?” Jonas 4:10-11
“Observai
as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso
Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves?”
Mateus 6:26
“O
justo atenta para a vida dos seus animais, mas o coração dos perversos é cruel.”
Provérbios 12:10
Os homens e os animais
No
que tange à nossa forma física atual, somo estruturalmente como os animais,
feitos de material orgânico o qual se decomporá, retornando ao pó, sucedendo o
mesmo com os animais.
“Porque
o que sucede aos filhos dos homens sucede aos animais; o mesmo lhes sucede: como
morre um, assim morre o outro, todos têm o mesmo fôlego de vida, e nenhuma
vantagem tem o homem sobre os animais; porque tudo é vaidade.” Eclesiastes 3:19
Aqui
algo ainda mais interessante, pois a Bíblia diz que tanto nós como os animais
possuímos “o mesmo fôlego de vida”. A palavra hebraica do original da Bíblia é
ruwach, e significa: “fôlego de vida; espírito”.
Vemos
até aqui que tanto nós como os animais possuímos carne (a qual se decomporá) e
fôlego de vida.
“Fôlego
de vida” se refere ao espírito que Deus dá tanto aos homens como aos animais. Um
cadáver, seja ele de homem ou de animal, já não mais possui o fôlego de vida,
por isso está morto. E em Eclesiates, Salomão faz uma interessante
indagação:
“Quem
sabe se o fôlego de vida dos filhos dos homens se dirige para cima e o dos
animais para baixo, para a terra?” Eclesiastes 3:21
Salomão,
homem que recebeu enorme e tremenda sabedoria de Deus, está indagando, desejando
saber, e esta não é uma afirmação, se você observar bem o versículo bíblico
citado. Salomão está meditando e inquirindo sobre os mistérios de Deus, e isto
está escrito por nossa causa, a fim de que nós também busquemos conhecer as
coisas de Deus, seus mistérios e suas maravilhas reveladas aos filhos dos
homens.
Todos
os que nasceram na atual dispensação da graça de Deus têm acesso a sabedoria
superior a que tinha Salomão, e isto por causa de Cristo.
“Em
verdade vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que
João Batista; mas o menor no reino dos céus é maior do que ele.” Mateus 11:11
Vivemos
hoje sob a Nova Aliança, superior a todas as alianças que Deus anteriormente
havia estabelecido com os filhos dos homens.
“E
é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus; não que, por nós
mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo
contrário, a nossa suficiência vem de Deus, o qual nos habilitou para sermos
ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra
mata, mas o espírito vivifica. E, se o ministério da morte, gravado com letras
em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem
fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que
desvanecente, como não será de maior glória o ministério do Espírito!” 2
Coríntios 3:4-8
Esta
criação é sombra da criação lá de cima
“Ora,
o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal sumo sacerdote, que se
assentou à destra do trono da Majestade nos céus, como ministro do santuário e
do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. Pois todo sumo
sacerdote é constituído para oferecer tanto dons como sacrifícios; por isso, era
necessário que também esse sumo sacerdote tivesse o que oferecer. Ora, se ele
estivesse na terra, nem mesmo sacerdote seria, visto existirem aqueles que
oferecem os dons segundo a lei, os quais ministram em figura e sombra das
coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava
para construir o tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas de
acordo com o modelo que te foi mostrado no monte.” Hebreus
8:1-5
Esta
criação é sombra da criação celestial, ou seja, se aqui temos plantas e flores e
jardins, isto é porque lá no alto estas coisas já existiam antes das daqui.
Observemos que o Senhor Deus plantou, ele próprio, um jardim no Éden:
“E
plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, na direção do Oriente, e pôs nele o
homem que havia formado.” Gênesis 2:8
Aqui
temos plantas, flores e cavalos, e as Escrituras afirmam, como já citado, que o
Senhor Jesus Cristo retornará montado em um cavalo e que há no céu plantas e
jardins.
“Quem
tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei que
se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus.” Apocalipse
2:7
A Ressurreição
“Mas
alguém dirá: Como ressuscitam os mortos? E em que corpo vêm? Insensato! O que
semeias não nasce, se primeiro não morrer; e, quando semeias, não semeias o
corpo que há de ser, mas o simples grão, como de trigo ou de qualquer outra
semente. Mas Deus lhe dá corpo como lhe aprouve dar e a cada uma das sementes, o
seu corpo apropriado. Nem toda carne é a mesma; porém uma é a carne dos homens,
outra, a dos animais, outra, a das aves, e outra, a dos peixes. Também há corpos
celestiais e corpos terrestres; e, sem dúvida, uma é a glória dos celestiais, e
outra, a dos terrestres. Uma é a glória do sol, outra, a glória da lua, e outra,
a das estrelas; porque até entre estrela e estrela há diferenças de esplendor.
Pois assim também é a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo na corrupção,
ressuscita na incorrupção. Semeia-se em desonra, ressuscita em glória. Semeia-se
em fraqueza, ressuscita em poder. Semeia-se corpo natural, ressuscita corpo
espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual. Pois assim
está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O último Adão,
porém, é espírito vivificante. Mas não é primeiro o espiritual, e sim o natural;
depois, o espiritual. O primeiro homem, formado da terra, é terreno; o segundo
homem é do céu. Como foi o primeiro homem, o terreno, tais são também os demais
homens terrenos; e, como é o homem celestial, tais também os celestiais. E,
assim como trouxemos a imagem do que é terreno, devemos trazer também a imagem
do celestial. Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o
reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.” 1 Coríntios
15:35-50
O
que a Bíblia nos está ensinando neste magnífico trecho das Escrituras é que no
céu criatura alguma terá corpo de carne, ou seja, material, constituído de
moléculas físicas, mas todos os corpos celestiais serão espirituais e eternos,
não feitos de matéria orgânica, pois o que é espiritual é superior ao que é
terreno.
“Deus
é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.”
João 4:24
Após
a morte física, nossos corpos entram em decomposição e retornam ao pó. Na
ressurreição, estes mesmos corpos serão transformados em corpos celestiais e
eternos, irreconhecíveis em sua nova forma. Assim, tanto os corpos dos homens
como os corpos dos animais terão de retornar ao pó. Quanto aos nossos corpos,
sabemos que serão ressuscitados, porém a Bíblia não menciona a ressurreição dos
corpos dos animais. Porém, se há neles fôlego de vida, isto é, espírito, o que
sucede aos espíritos que Deus deu aos animais?
Certamente
que o fôlego de vida dado por Deus não fica a vagar sem rumo, como se isto fosse
algo de pouca importância. Não! O fôlego de vida não se dissipa como se fosse
uma bolha de sabão. Está escrito que o fôlego de vida volta a Deus.
“e
o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.”
Eclesiastes 12:7
Embora
os animais sejam inocentes, não possuam maldade alguma, também eles foram
sujeitos à corrupção por causa de Adão, o qual introduziu o pecado no mundo. Por
isso está escrito:
“Pois
a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que
a sujeitou, na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da
corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que
toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora. E não
somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente
gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso
corpo.” Romanos 8:20-23
“A
tua justiça é como as montanhas de Deus; os teus juízos, como um abismo
profundo. Tu, SENHOR, preservas os homens e os animais.” Salmos
36:6
Aqui
é importante notar que a palavra bíblica utilizada no original em hebraico do
Antigo Testamento para “preservar” é yasha, e significa “salvar,
ser salvo, ser libertado”.
Quando
Deus determinou que o dilúvio haveria de destruir um mundo corrompido e mau, o
Senhor fez com que os animais também entrassem na arca, a qual prefigurava a
salvação trazida pelo Senhor Jesus Cristo.
Outra
importante indicação bíblica é o fato de Deus ter ordenado que no sábado
descansassem não somente os homens, mas também os animais. Ora, se o sábado
prefigurava o descanso eterno que haverão de alcançar os que se submeterem a
Cristo, assim como no dilúvio, Deus não excluiu os animais destas importantes e
totalmente reais alegorias sobre a salvação e sobre o mundo por vir.
“Guarda
o dia de sábado, para o santificar, como te ordenou o SENHOR, teu Deus. Seis
dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR,
teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha,
nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu boi, nem o teu jumento, nem
animal algum teu, nem o estrangeiro das tuas portas para dentro, para que o
teu servo e a tua serva descansem como tu; porque te lembrarás que foste servo
na terra do Egito e que o SENHOR, teu Deus, te tirou dali com mão poderosa e
braço estendido; pelo que o SENHOR, teu Deus, te ordenou que guardasses o dia de
sábado.” Deuteronômio 5:12-15
Importante
e oportuno aqui ressaltar que a guarda do sábado não é mais necessária nesta
presente dispensação, pois que a guarda do sábado era um preceito da Antiga
Aliança, a qual já não mais vigora, estando nós hoje sob a Nova
Aliança.
“Porque
ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derribado a parede da
separação que estava no meio, a inimizade, aboliu, na sua carne, a lei dos
mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse, em si mesmo, um
novo homem, fazendo a paz, e reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por
intermédio da cruz, destruindo por ela a inimizade.” Efésios
2:14-16
“Ninguém,
pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou
sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o
corpo é de Cristo.” Colosssenses 2:16,17
Sendo assim, de uma coisa podemos estar certos, Deus ama os animais e os
animais pertencem a ele.
“Conheço
todas as aves dos montes, e são meus todos os animais que pululam no
campo.”Salmos 50:11
O hipopótamo é chamado por Deus de uma obra prima:
“Contempla
agora o hipopótamo, que eu criei contigo, que come a erva como o boi. Sua força
está nos seus lombos, e o seu poder, nos músculos do seu ventre. Endurece a sua
cauda como cedro; os tendões das suas coxas estão entretecidos. Os seus ossos
são como tubos de bronze, o seu arcabouço, como barras de ferro. Ele é
obra-prima dos feitos de Deus; quem o fez o proveu de espada. Em verdade, os
montes lhe produzem pasto, onde todos os animais do campo folgam. Deita-se
debaixo dos lotos, no esconderijo dos canaviais e da lama. Os lotos o cobrem com
sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam. Se um rio transborda, ele não se
apressa; fica tranqüilo ainda que o Jordão se levante até à sua boca. Acaso,
pode alguém apanhá-lo quando ele está olhando? Ou lhe meter um laço pelo nariz?”
Jó 40:15-24
Deus alimenta os animais e lhes ouve os clamores:
“Quem
prepara aos corvos o seu alimento, quando os seus pintainhos gritam a Deus e
andam vagueando, por não terem que comer?” Jó 38:41
O próprio Deus cuida dos animais quando lhes chega a hora do
parto:
“Sabes
tu o tempo em que as cabras monteses têm os filhos ou cuidaste das corças
quando dão suas crias? Podes contar os meses que cumprem? Ou sabes o tempo
do seu parto? Elas encurvam-se, para terem seus filhos, e lançam de si as suas
dores. Seus filhos se tornam robustos, crescem no campo aberto, saem e nunca
mais tornam para elas.” Jó 39:1-4
Deus
usa animais para dar exemplos aos homens:
“Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os
seus caminhos e sê sábio. Não tendo ela chefe, nem oficial, nem comandante, no
estio, prepara o seu pão, na sega, ajunta o seu mantimento. Ó preguiçoso, até
quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono? Um pouco para dormir,
um pouco para tosquenejar, um pouco para encruzar os braços em repouso, assim
sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem
armado.”
Provérbios 6:6-11
“
Eis que eu vos envio como ovelhas para
o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as
pombas.” Mateus 10:16
Conclusões a que podemos chegar:
-
Haverá animais no céu, assim como plantas e jardins.
-
Os animais possuem fôlego de vida dado por Deus, assim como
nós.
-
Se a natureza prefigura uma realidade vindoura superior e muito mais bela nos
céus, e se os animais são criaturas tão amadas por Deus a ponto de serem
mencionadas tantas e tantas vezes nas Escrituras, é ponto definitivo que os
animais fazem parte do plano de Deus para a sua criação, tanto para esta atual,
como para os novos céus e a nova terra.
-
Haverá homens que perecerão e serão condenados ao inferno, porém tal condenação
não se aplica aos animais, os quais não possuem juízo crítico e nem malícia
alguma.
-
O fôlego de vida que Deus deu aos animais volta para ele.
-
Os corpos dos animais retornam ao pó.
-
Não há referência bíblica explícita à ressurreição dos animais, embora isto não
signifique obrigatoriamente que os animais que hoje conhecemos não estarão no
céu em corpos espirituais, haja vista que não haverá nada material nos céus.
Também não há afirmação bíblica de que os animais não ressuscitarão ou de que
seus espíritos não estarão no céu.
A súmula disto é que devemos amar os animais e tratá-los com cuidado e
respeito, pois são propriedade de Deus. E Deus ama os animais, trata deles e tem
ininterrupta atenção sobre eles. Sendo assim, podemos consolar os nossos
corações quanto aos animais que amamos, pois sabemos que estão nas mãos de um
Deus bondoso, amoroso, carinhoso e justo.
E
mais importante ainda, é que caso os mesmos animais que hoje conhecemos um dia
estejam eles mesmos nos céus, é importante que seus donos cuidem bem de suas
próprias almas, rendendo-se a Cristo, pois os animais não estão sujeitos à
condenação eterna, porém seus donos sim. Caso não se convertam a Cristo, pois
sem Cristo ninguém será salvo.
“Nem
olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que
Deus tem preparado para aqueles que o amam. Mas Deus no-lo revelou pelo
Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as
profundezas de Deus.” 1 Coríntios 2:9,10
Dedico este
artigo à memória dos cãezinhos que muito me alegraram a vida. E agradeço a Deus
pela vida de cada um deles. Já se foram, mas tenho plena certeza de que Deus
cumpriu neles o seu plano. Bom, justo e sábio é o Senhor. Aleluia!
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