É incerto o ponto exato do mecanismo de memória em que a nossa caninha atue, mas pesquisas científicas demonstram que há uma espécie de anestesia do cérebro e a transferência da memória de curta duração para memória de longa duração é prejudicada, fazendo com que não fixemos os fatos.
Outro estudo realizado na Grã-Bretanha, onde se entende bastante da arte da pingunçaria, declara que tendemos a nos lembrar mais dos fatos positivos do que dos negativos, o que faz com que lembremos mais das partes divertidas do que das coisas vergonhosas que fizemos com o julgamento afetado pelo abuso da marvada.
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